domingo, 9 de janeiro de 2022

Amor à primeira vista

Amor à primeira vista

Richard Simonetti



1 - Existe o amor à primeira vista?

Salvo em circunstâncias especiais, de almas afins, que se reencontram para gloriosas experiências em comum, o amor não é uma aquisição “à vista”.

Melhor que seja uma realização “a prazo”, desenvolvido e sustentado em longos anos de experiência em comum.

2 - Mas não é frequente as pessoas dizerem que logo no primeiro contato encontraram o homem ou a mulher de suas vidas?

É possível, mas também muitos viram o parceiro de sua vida transformar-se em tormento dela, culminando com a separação.

3 - Estavam equivocados?

Talvez existisse uma ligação efetiva, fruto de experiências em comum no pretérito. Vieram para consolidá-la, mas a relação deteriorou-se com o tempo.

4 - Por isso costuma-se dizer que com o amor passamos o tempo e com o tempo passa o amor?

O que passa é a paixão, o amor-desejo, o amor-deslumbramento. Alguns quilos de sal consumidos em comum e as pessoas começam a sentir que o parceiro não é tão desejável e nada deslumbrante.

5 - O que seria, então, o verdadeiro amor? Lembro-me da série famosa de publicações ilustradas, sob o título “Amar é...”, envolvendo manifestações de afeto recíprocas. Do homem para a mulher:

Amar é conversar com ela; amar é entender seus momentos difíceis; amar é lembrar de seu aniversário; amar é acompanhá-la ao médico; amar é dar-lhe um descanso na cozinha... São incontáveis as situações em que se enfatiza algo que o amante faz pela amada ou vice-versa. Amar é isso - querer o bem de alguém.

6 - Mesmo esse amor não se desgasta com o tempo?

Depende das pessoas. O amor é como uma planta que se não for bem cuidada, morre. Muitos casais, unidos por legítimos laços de afetividade, acabam vendo o amor fenecer por falta de cuidado e atenção.

7 - Por que isso acontece?

Porque as pessoas se envolvem muito com seus negócios, seus interesses pessoais, suas paixões, e não deixam espaço para cultivar o amor.

8 - Não são as dificuldades de relacionamento que acabam por provocar as tormentas do amor? As pessoas se amam muito mas, de repente, descobrem que são muito diferentes.

O homem e a mulher se completam justamente porque são diferentes. Pretender que tenham identidade plena de interesses e aptidões seria contrariar a própria biologia. Se o amor for bem cultivado, com os defensivos da compreensão, do respeito e da tolerância, não haverá espaço para as ervas daninhas do desentendimento, que matam o amor.

Richard Simonetti do livro:
Não pise na bola

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