quinta-feira, 16 de julho de 2026

Divisionismo e Espiritismo

Divisionismo e Espiritismo

C.M. (Hermínio C. Miranda)

1ª publicação de Hermínio C. Miranda na Revista Reformador em Dez 1956.



É comum encontrarmos pessoas bem dotadas de inteligência e espírito inquisitivo que experimentam dificuldade em aceitar fatos convincentes e comprovados. Ainda há pouco estive lendo um livro escrito por um desses homens inteligentes e de grande cultura humanística. Ele procurava demonstrar, a certa altura, que não existem raças inferiores e, por conseguinte, o mito da superioridade racial é outra tolice. Sua argumentação se desenvolve por páginas e mais páginas, citando, entre outros, o caso do grande negro americano George Washington Carver, que dedicou sua vida e sua inteligência a serviço da Humanidade, descobrindo, além de outras coisas, cerca de 300 aplicações diferentes para um simples produto da terra: o amendoim. Milhares de exemplos semelhantes poderiam ser citados, pois a História está cheia deles. Em nosso próprio país encontraremos figuras como a de Machado de Assis, de origem humílima, doentio, mas iluminado pela fulguração do gênio. Encontraremos José do Patrocínio, dono daquela inteligência magnífica, que tanto fez pelos homens de sua raça. E quantos outros? Nem todos usam seus talentos na direção inequívoca do bem, mas a grande maioria realiza, de um modo ou de outro, as coisas que estavam em seu poder e em sua compreensão realizar. Muitos argumentos poderão ser alinhados contra a teoria absurda e desumana da desigualdade racial.

O argumento máximo, porém, e irrespondível, é fornecido pela Doutrina Espírita. O corpo — branco, negro ou amarelo — é mera vestimenta designada por Deus. Os Espíritos não têm cor, nem nacionalidade, nem raça, nem mesmo religião, tomada no estreito sentido com que nos acostumamos a equacionar esse problema. Sua nacionalidade é universal, sua raça emana do tronco único, da única fonte criadora que é Deus. Sua religião, antes de ser católica, protestante, judaica ou budista, é o culto supremo de Deus, a prática permanente da caridade, o exercício constante do amor ao próximo. 

*

Muitas vezes temos ouvido que todas as religiões são boas e todos os caminhos levam a Deus. Há mais verdade nisso do que se pensa. Mas há também alguma incompreensão. Todos os caminhos, de fato, levam a Deus, porque Ele está sempre no horizonte, no ponto de convergência de nossas vidas. Para Ele caminhamos todos. Só que uns levam mais tempo que outros. Uns conseguem enxergar mais claro as veredas e atravessam logo o espaço que os separa de Deus. Outros se perdem na noite do pecado e do crime e vagueiam desorientados pelos atalhos. Levam muito mais tempo, mas, afinal de contas, que é a fração de tempo de nossas existências terrenas comparada com o maravilhoso desdobramento da eternidade?

Todos esses caminhos estão abertos à nossa frente. Nenhuma religião pode arvorar-se em proprietária absoluta da verdade. O proprietário da verdade é Deus, e Ele jamais cuidou de fundar religiões. Nem mesmo Jesus Cristo, seu enviado especial à Terra, preocupou-se em fundar mais uma religião. Basta ler com atenção seus ensinamentos. Que dizia ele?

Que não vinha destruir ou reformar a lei antiga. Vinha reforçá-la, vinha abrir os olhos dos povos, vinha reavivar nos corações embotados o senso da verdadeira religiosidade.

No fundo de seu ser, o homem anseia por Deus, como a mais forte de suas necessidades espirituais. Não é o homem que bate no peito e diz "Senhor, Senhor" que irá para a glória, dizia o Cristo, mas todo aquele que ouve a palavra de Deus. Quanto aos ritos e fórmulas cabalísticas, não lhes interessavam, porque ele sabia, na luminosidade de seu espírito, que os homens estavam dando mais importância às fórmulas que ao conteúdo de sua religiosidade.

Curar no sábado? Pecado, diziam os ortodoxos. Colher trigo no sábado? Sacrilégio, resmungavam os hipócritas. Mas a palavra de Jesus foi clara e continua clara, dois mil anos depois: o sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado.

Essa frase ainda possui o mesmo significado hoje. As fórmulas não importam, o que importa é a legitimidade do sentimento cristão. Então, deixa-se morrer a criatura humana porque é pecado curar no sábado?

Ninguém vai para o céu ou para o inferno pelo simples fato de ter praticado esta religião em lugar daquela outra. Na verdade, as grandes religiões do mundo fundamentam-se em princípios gerais, como a prática do bem, a existência de um ente supremo, o aperfeiçoamento moral e espiritual. Se despojarmos as grandes religiões de suas fórmulas e de seu processamento exterior, veremos que, fundamentalmente, elas têm surpreendentes semelhanças. Um estudo mais profundo talvez revelasse que emanam todas da mesma fonte suprema, embora sob inspiração às vezes diversa.

O certo seria — e lá chegaremos um dia — que as religiões vivessem em coexistência harmoniosa, completando-se, trabalhando pelo objetivo comum, que é o aperfeiçoamento do Espírito e sua preparação para novos e mais altos desígnios. Há uma tremenda perda de energia nessas questúnculas e polêmicas teológicas e filosóficas. 

Em vez de se combaterem inutilmente, em pura perda de energia, deveriam unir-se contra inimigos comuns a todas as religiões: o crime, o erro, a dissolução social, os transviamentos políticos, a cegueira espiritual, o ateísmo. Esse sim é o objetivo das religiões autênticas, dignas do legado espiritual que receberam.

A diferença entre elas é mais aparente que real. O que as torna antagônicas, por vezes, não é a força que as inspirou e as estabeleceu no plano da Humanidade, mas os homens que vieram depois e se confundiram em interpretações contraditórias da mesma verdade eterna. Quiseram explicar o que já estava explicado e, em explicações de explicações, nos perdemos pelos caminhos. 

A verdade absoluta está certamente mais na singeleza poética dos Evangelhos que nos rótulos eventualmente adotados pelas diversas interpretações que se chamam religiões.

Até lá, continuemos nosso trabalho silencioso, despretensioso, sem a preocupação de sermos os únicos proprietários da verdade, porque, do outro lado da vida, sabemos que vamos encontrar junto ao trono de Deus todos os bons católicos, os bons judeus, os bons maometanos, os bons protestantes. Lá estarão também os que em sua passagem pela Terra tiveram peles brancas, pretas, amarelas ou mestiças. Todos os bons Espíritos, enfim, purificados e evoluídos na prática do bem.

A casa do Senhor tem muitas mansões, dizia o Mestre. Haverá, certamente, lugar para todos os que legitimamente aspirarem à glória e trabalharem para obtê-la.

C.M. (Hermínio C. Miranda)
Revista Reformador Dez. 1956
1ª publicação de Hermínio C. Miranda

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Declaração de Origem

- As mensagens, textos, fotos e vídeos estão todos disponíveis na internet.
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- As frases de personalidades incluídas em alguns textos não fazem parte das publicações, são apenas ilustrativas e incluídas por fazer parte do contexto da mensagem.
- As palavras mais difíceis ou nomes em cor azul em meio ao texto, quando acessados, abrem janela com o seu significado ou breve biografia da pessoa.
- Toda atividade do blog é gratuita e sem fins lucrativos. 
- Se você gostou da mensagem e tem possibilidade, adquira o livro ou presenteie alguém, muitas obras beneficentes são mantidas com estes livros.

- Para seguirmos corretamente o espiritismo, devemos submeter todas as mensagens mediúnicas ao crivo duplo de Kardec, sendo eles,  a razão e a universalidade.

- Cisão para estudo de acordo com o Art. 46 da Lei de Direitos Autorais - Lei 9610/98 LDA - Lei nº 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998.

Revista Reformador Dez. 1956

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Mediunidade nobre

Mediunidade nobre

Ignotus

Imagem gerada por IA

Tratava-se de uma sessão de clarividência e psicometria em respeitável Sociedade Espiritualista parisiense.

Sobre a mesa, diante da médium, respeitável senhora em cujo rosto sereno havia uma moldura de nobreza moral, encontravam-se fotografias, objetos de uso pessoal e pequenas bijuterias com o fim de facultar-lhe a percepção paranormal.

Havia uma expectativa compreensível, na sala repleta, onde minutos antes, outro médium, de procedência estrangeira, proferira palpitante conferência espírita que sensibilizara o auditório, ainda comovido, que o fora ouvir.

A médium, igualmente tocada, referiu-se à favorável psicosfera que pairava no ambiente, como decorrência das imagens mentais produzidas pelo orador que, reiteradas vezes, exaltara a vida e a obra de Allan Kardec, o missionário de Jesus, encarregado de Codificar o Espiritismo, trazendo de volta o Cristianismo sem jaça, liberado dos artifícios com que a ortodoxia religiosa o obumbrara através dos séculos.

Após agradecer a contribuição espiritual e doutrinária que o orador trouxera à assistência, deu início à sua tarefa.

Visivelmente inspirada, em transe parcial, no qual transparecia a interferência dos Espíritos sérios, a intermediária identificou e transmitiu mensagens de desencarnados aos seus familiares sob emoção crescente do público.

Passando à psicometria, tomou de vários pequenos objetos, descreveu os seus possuidores, referiu-se a problemas de saúde de alguns, deu conselhos morais.

Quando tocou um chaveiro, corou, subitamente, dilataram-se-lhe as pupilas e ela, com alguma veemência, invectivou o seu dono para que não levasse adiante o plano que ora arquitetava e dera início à sua execução. Convidou-o a mudança de comportamento em relação à pessoa, sua vítima em potencial, orientou-o.

Irritado, o consulente reagiu, fazendo-se agressivo.

A dama, porém, segura do dever que lhe dizia respeito, não se desequilibrou.

Na primeira oportunidade, no entanto, esclareceu:

— Dedico-me à mediunidade há muitos anos, por amor ao meu semelhante, sem dela fazer negócio de qualquer natureza. Trabalhei, na minha profissão anterior, por árduos anos, até aposentar-me, de modo a não necessitar de vender as minhas faculdades psíquicas. Por isso, sempre adotei o sistema de dizer o que é justo e não só o que agrada. Não brinco neste ministério, que considero grave e digno, nele investindo os meus melhores recursos, minhas reservas de energia e de abnegação.

Fez uma pausa, concatenando as ideias e concluiu, igualmente inspirada:

— O orador referiu-se que Allan Kardec nos convidou à razão, ao livre exame, à procura honesta, elucidando que “seria melhor desprezar nove entre dez verdades, a aceitar uma só mentira”. Porque não cobro dinheiro, com a obrigação de elogiar os pagantes, não temo orientá-los com os recursos da verdade, que logro constatar.

O público, anuindo, aplaudiu-a, enquanto ela prosseguiu, tranquila, no seu mister até a hora do encerramento.

Em qualquer lugar a verdade tem o seu lugar.

A verdade liberta e nunca se submete.

Para ser verdadeira, a mediunidade deve ser exercida com gratuidade, coerência e dignidade, sem o que se corrompe e se envilece.

A fim de alcançar esse desiderato, o conhecimento da Doutrina Espírita se lhe faz indispensável.

Ignotus por Divaldo Franco do livro:
Seara do Bem

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terça-feira, 14 de julho de 2026

Venturosos

Venturosos

Maria João de Deus


“Venturosos são os que se conduzem através de todas as barreiras e percalços, com o estandarte luminoso da fé, distribuindo os inesgotáveis bens da sua piedade e do seu amor. Vivem serenos na paz de suas consciências, entre as ambições corruptoras que os perseguem ao longo dos caminhos e seus dias representam um inaudito esforço de resistência contra o mal deprimente e oprobrioso.

Padecem continuadamente, e tombando nas batalhas morais, sangrando de dor, mas envolvidos no halo bendito da esperança e da crença, despertam jubilosos para a existência verdadeira, onde o egoísmo é uma palavra desconhecida e a confraternização universal é a mais legítima das realidades.

Retemperam as suas forças, trabalhadas pela intensa luta da vida, nos arquipélagos dourados de paz e de repouso no infinito dos espaços e assim se preparam para outras refregas, para outras iniciativas, na interminável e abençoada atividade espiritual, a fim de que se dilatem as suas potências em todos os domínios da sabedoria e do amor!

Irmãos bem amados, alimentemos o anelo da vida perfeita!

Almas fracas e desditosas, cheias de saudades e desenganos, sacudi a poeira das estradas palmilhadas, abri os vossos corações para a luz como sacrários de ouro sob um plenilúnio divino!

Esquecei temporariamente o teatro de vossos infortúnios, onde muitas vezes fostes traídas e humilhadas, mas onde também obrivestes o alvará de vossa liberdade preciosa. Elevemos ao Pai a nossa oração de reconhecimento e de amor da qual se evolem todos os nossos mais puros sentimentos, transubstanciados em harmonias celestes!...”

Maria João de Deus por Chico Xavier do livro:
Cartas de uma morta

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segunda-feira, 13 de julho de 2026

A porta de entrada

A porta de entrada

Joanna de Ângelis



O processo da reencarnação tem, no berço, a sua porta de entrada, aureolada pelas bênçãos do amor de Deus.

Aí prosseguem os compromissos e cuidados de todo um projeto que teve início antes da fecundação e que não se acabará quando ocorrer a morte do corpo.

Através desse admirável mecanismo - o do renascimento — o berço passa a ensejar aos recomeçantes da experiência carnal: crescimento intelecto-moral; reparação de faltas que lhes pesam na economia espiritual; refazimento do caminho, antes percorrido com insensatez; edificação de propósitos superiores no mundo íntimo; esquecimento do mal, a fim de adaptar-se ao bem; aprendizagem das leis de amor que lhe vigem no imo, ainda desconsideradas; aproximação de adversários para a ampliação da comunidade fraternal; conquista da família-provação ou missão, de acordo com os títulos de enobrecimento ou de débito que se possuam; testes de paciência, de modo a compreender-se a grandeza do tempo sem limite; desdobramento de recursos que jazem adormecidos, e que, diante dos ensinamentos humanos, desatam ramos carregados com os tesouros de sabedoria e de luz...

A porta de entrada é a resposta da Vida, em misericórdia aos náufragos da vida.

O Espírito foi criado pelo Amor para a glória estelar.

O trânsito pelas vias do progresso enseja-lhe a explosão de todos os germes que lhe dormem, inatos, aguardando o momento para a fecundação.

Cabe ao homem inteligente investir no berço os seus mais valiosos esforços, de maneira a formar uma família equilibrada e sábia.

Esta representa a célula fundamental do organismo social, que se torna a consequência natural desse conglomerado de unidades que se necessitam...

Em tal cometimento, o amor, o conhecimento das suas finalidades, a responsabilidade e o respeito entre os seus membros tornam-se de vital importância para que sejam logrados os objetivos para os quais é constituída.

Mais do que o lugar para a permuta de hormônios e prazeres, de ternuras e afetos dos cônjuges, é o reduto-santuário-escola para os filhos, que devem tornar-se a meta primeira da união conjugal.

Quando o lar se engrandece com a presença de filhos, a família educada no bem, e esclarecida, programa, por automatismo, a sociedade e o futuro melhor da Humanidade...

Para que se consigam os resultados opimos, a educação desempenha papel de primacial importância, conscientizando os indivíduos sobre as razões pelas quais se encontram na Terra e preparando-os para as realizações do lar, da família, seu pequeno mundo, preparatório do Mundo Maior.

*

Em uma manjedoura, que soube honrar, Jesus encontrou a porta de entrada para conquistar os corações e cantar as glórias do Pai, ensinando o inconfundível poema do amor que liberta e felicita.

Santifica, deste modo, essa porta, a fim de que esplenda, rica de luz, mimetizando, com a majestade da sua realização, todos quantos por ela passem em direção à vida física.

Enobrece o berço hoje, para que, antes do túmulo, amanhã, a criatura em jornada te bendiga.

Recorda, por fim, que, se o berço é a excelente porta de entrada
para a reencarnação, o túmulo é a porta de saída, pela desencarnação, após o que a tua consciência e a Divina Justiça te chamarão a contas.

Joanna de Ângelis por Divaldo Franco do livro:
Momentos de Coragem

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