domingo, 1 de março de 2026

Buscando a prudência

Buscando a prudência

Hammed


Ao findar mais um dia, agradecemos a Jesus por todos os ensinos que nos deixou...

Destacamos entre eles: “Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes, mas simples como as pombas. ” (Mateus 10:16)

Condutor de Almas, sabemos que a prudência é a arte de tomar decisões certas. Tem como tarefa a reflexão para evitar as inconveniências; é a virtude que faz prever os perigos utilizando a moderação, à qual cabe defender os “patrimônios da alma”, refreando as “exigências do ego”. A bem da verdade, a moderação é conselheira respeitável na tomada das decisões.

Ser prudente é ver os fatos tais como são e, com base neles, tomar decisões reflexivas. Mas infelizmente, Senhor, vez ou outra, decidimos alicerçados na inveja, ambição, medo e paixão, até por respeito ao “verniz social”, mas nem sempre pela razão e pelo bom senso.

Agir com cautela é a máxima da prudência. “No coração do prudente repousa a sabedoria... (Provérbios 14:33)

Amigo Jesus, não valorizamos o exercício da disciplina, somos inconsequentes e precipitados, reagindo sob o “impulso do momento”. Ainda não entendemos o valor, a de “refletir e esperar” para decidir melhor.

Temos conhecimento, Celeste Amigo, de que um dos principais objetivos da oração não é obter respostas, mas adquirir sabedoria, e que esta, por sua vez, nos levará à prudência.

Dá-nos sensatez e paciência ao tratarmos assuntos difíceis. Às vezes, é preciso reter decisões e recapitular o que já se viu e aprendeu para discernir entre as coisas que devem ser desejadas e aquelas que devem ser evitadas.

Ajuda-nos a não adiar o que precisamos fazer e a buscar neste momento o que é certo para nós, depositando confiantemente o resultado de nossos esforços nas mãos de Deus.

Mestre Jesus, buscamos a ti em oração, todos nós que ainda nos encontramos crucificados no madeiro de nossa precipitação, algemados a comportamentos impetuosos que nos induzem aos desencontros da vida. Precisamos aprender que impossível viver de maneira prazerosa sem a presença vigilante da prudência.

Hammed por Francisco do Espírito Santo Neto do livro:
Lucidez - A luz que acende na alma

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Declaração de Origem

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- Cisão para estudo de acordo com o Art. 46 da Lei de Direitos Autorais - Lei 9610 /98 LDA - Lei nº 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998.


sábado, 28 de fevereiro de 2026

Vinte anos depois...

Vinte anos depois...

Ignotus



O local não era dos mais apropriados. Salão de bailes acolhia habitualmente homens e mulheres sedentos de fruir sensações mais fortes. Aquela, porém, era uma noite especial. A frequência denotava outro tipo de necessidade. Era uma festa, todavia, espiritual. Ela o percebera à entrada. O movimento diversificava do habitual. Em tribuna improvisada, junto a ampla mesa, na qual se encontravam personalidades do lugar, assomou um moço, que explanou, por mais de uma hora, conceitos e lições que não estava acostumada. Sentiu-se atônita. Buscava o prazer abrasador e sentia-se atendida por aragens refazentes. Não compreendera tudo, e, todavia, percebia-se invadida por desconhecida alegria... Seguir a fila de pessoas que se congratulavam com o jovem. Entregou-se automaticamente. No curto momento, no diálogo ligeiro, desnudou-se, emocionada.

- Sou vendedora de ilusões – falou sem retoques, - Ouvindo a história da companheira de equívocos, tema central desta noite, sinto uma revelação diferente... Gostaria de conversar com o senhor, rogo-lhe ajuda, orientação...

- Conte com os nossos parcos recursos.

- Quando poderemos fazê-lo?

- Hoje... Logo mais, porquanto amanhã já não me encontrarei aqui.

- A esta hora?

- Por que não?

- Onde?

- Na residência em que me hospedo.

- Não serei recebida ali... Todos sabem quem sou...

- Se ali não houver lugar para você, positivamente, também, não haverá pra mim.

- Mas, eu sou...

- ... Uma irmã em busca da paz...

A conversa alongou-se, passando aquele momento, até a Alva, no lar fraterno que os recebeu. Concluída a entrevista, o evangelizador, orando, rogou ajuda para ela. Vinte anos depois, em outro Salão, agora, num Educandário na mesma cidade, o expositor espírita encerrava outra conferência.

- O senhor não se recordará de mim!

- Realmente.

- Eu sou a “vendedora de ilusões”, que há vinte anos atrás o escutou nesta cidade... “Encontrei Jesus naquela noite”... E após reflexionar:

- No dia imediato abandonei o local em que me hospedava e transferi residência para uma rua modesta, dando novo rumo à existência.

- Louvado seja Deus!

- Não é tudo. Antigo Companheiro informado da minha renovação buscou-me. Asseverou-se amar-me. Visitou-me com nobreza reiteradas vezes. Propôs-me matrimônio...

- Não lhe exijo amor – expôs -, rogo-lhe respeito e consideração.

Amar-me-á depois. Enxugou a face lavada pelo pranto.

- Consorciamo-nos – prosseguiu. – Face a impossibilidade de tornar-se mãe, resolvemos adotar uma criança cada dois anos, qual fosse nosso próprio filho. Já temos oito criaturas admiráveis em nosso lar... Venho agradecer-lhe a luz que acendeu no velador da minha alma.

- Agradeçamos ambos a Deus. Apresentou o esposo e os dois “filhos” mais velhos entre sorrisos e partiu. Orando em lágrimas, naquela noite o expositor, reconheceu ao Pai, o primeiro encontro há vinte anos atrás...

Ignotus por Divaldo Franco do livro:
Espelho Dalma

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Elucidando quatro questões de Direito Penal

Elucidando quatro questões
de Direito Penal

Emmanuel por Chico Xavier



QUATRO PERGUNTAS DE DIREITO PENAL

 E

QUATRO RESPOSTAS AVANÇADAS

Como a sociedade deve punir os delinquentes

PEDRO LEOPOLDO, 20/05/1935. (Especial para O GLOBO, por Clementino de Alencar) – Entre as pessoas que vieram de Sete Lagoas para assistir à última sessão espírita na casa de José Cândido, estava, conforme dissemos em correspondência anterior, o senhor Geraldo Bhering, que advoga naquela cidade.

Após a reunião, cujos resultados já divulgamos, o jovem causídico, em palestra, no bar do Ponto, não escondeu sua impressão sobre a maneira pronta, precisa, mesmo feliz, como Chico Xavier respondera às nossas perguntas, no decorrer da sessão.

E não tardou que o Sr. Bhering demonstrasse o desejo de fazer também uma consulta ao “médium”, sobre questões enquadradas na esfera do Direito.

Formulam-se e discutem-se, então, várias perguntas que poderiam ser feitas, todas apanhadas do conjunto de problemas, leis e regras relativas às relações sociais.


A escolha

Afinal, a escolha recai sobre esta série de perguntas, grafadas ali mesmo pelo advogado:

– A sociedade tem o direito de punir aqueles que delinquem?

– A sociedade tem o direito de punir ou apenas o de se defender?

– A sociedade deve castigar o delinquente?

– O homem que delinque age livremente ou é determinado?


Como de costume

Cuida-se, então, de procurar o médium, embora já sejam cerca de 23 horas.

Chico Xavier é pouco depois encontrado, quando regressava da casa de José Cândido.

Como de hábito, acolhe, sem uma restrição, a consulta do advogado.

E, ainda como de hábito, promete encaminhá-la ao Além, num dos seus transes solitários, provavelmente naquela mesma noite, visto como, sessão, só a teríamos na próxima quarta-feira.

Um detalhe interessante: quando solicitado por um consulente, Chico Xavier não procura saber do gênero e número das perguntas. Acolhe-a todas, com a mesma singeleza e solicitude, e sem jamais manifestar qualquer interesse pecuniário.

Pelo contrário, através de declarações suas colhidas em ocasiões versas, compreende-se que ele consideraria ofensiva qualquer oferta daquele gênero, apesar de sua pobreza.


A sociedade nunca deve punir com a morte

Conforme a sua promessa fizera esperar, Chico Xavier psicografou, na mesma noite, as respostas à consulta do advogado. Deu-as o próprio “guia” Emmanuel, conforme passamos a expor.

– A sociedade tem o direito de punir aqueles que delinquem? – era a primeira pergunta.

Eis a resposta de Emmanuel:

– “Na primeira proposição, a sociedade é representada pelo Estado ou pelo conjunto das leis jurídicas personalizado na sua autoridade e, assim como o Estado prove a necessidade de quantos requerem a sua assistência prestada sem exigências de remuneração, tem o direito de punir o delinquente que lesou, com o seu crime, a segurança social, importando a pena no valor do prejuízo causado. Nunca deve punir com a morte, mas examinando atenciosamente as condições fisiológicas e psicológicas do criminoso, e considerando, ao exarar a sua sentença condenatória, que as aplicações do castigo constituem o problema relevante, por excelência, da criminologia.”


Castigar regenerando

A segunda e a terceira pergunta foram respondidas em conjunto.

– A sociedade tem o direito de punir ou apenas o de se defender?

– A sociedade deve castigar o delinquente?

“Considerando o direito dentro de todas as suas características e premido conciliá-lo com o Evangelho, somos de opinião que o Estado ou a sociedade deve defender-se mais e punir menos. A educação deve ser difundida em todas as suas modalidades, e as prisões, as penitenciárias, devem representar escolas, hospitais e oficinas, onde o delinquente, apesar de se conhecer coagido em sua liberdade, reconheça o seu direito de cidadão, digno da educação que ainda não tem e do trabalho, segundo as suas possibilidades individuais. A escola, a instrução e a assistência significam um fator preponderante na intangibilidade do Estado.

A sociedade pode, pois, castigar o delinquente, regenerando-o, beneficiando-o, buscando reintegrá-lo no respeito e na consideração de si mesmo.”


“Não aceitamos a existência do criminoso nato”

– O homem que delinque age livremente ou é determinado?

A essa última pergunta, o “guia” Emmanuel assim responde:

“A última proposição é de todas a mais transcendente e encerra um problema que tem ensandecido muitos cérebros. É que ela se enquadra na questão das provas e das expiações de cada indivíduo, a qual, por enquanto, é desconhecida pelas ciências jurídicas e está afeta ao plano espiritual.

Admitindo algo da nova escola penal inaugurada por Lombroso, não aceitamos a existência do criminoso nato. Atendendo-se a circunstâncias oriundas da educação e do meio ambiente, o criminoso age com pleno uso do seu livre-arbítrio. Sobre todos os atos da sua vida deve o homem observar o império da sua vontade e é pela educação desta que chegamos ao equilíbrio das coletividades. Indubitavelmente, devemos considerar as exceções nos casos de loucura “sine materia”, ou obsessões, segundo a verdade espírita, acima de qualquer juízo da justiça humana; mas as exceções não inutilizam as regras e insistimos na educação da vontade de cada um e na responsabilidade dela decorrente, única maneira de se conceber a Justiça Suma, que é a Justiça de Deus.”

Emmanuel por Chico Xavier do livro:
Notáveis Reportagens com Chico Xavier

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

A Verdade e o dogma

A Verdade e o dogma

Vinícius (Pedro de Camargo)



O dogma da redenção humana mediante a efusão do sangue do Cristo, consistindo a sua morte no madeiro o epílogo da missão que lhe fora confiada, carece, como em geral sucede a todos os dogmas, de fundamento.

Para demonstrar a assertiva, é bastante compará-lo com a realidade, isto é, com o fato de Jesus nos haver dado a sua vida no sentido de consagrá-la à nossa emancipação espiritual, como fazem as mães com relação à criação e educação dos seus filhos.

O dogma em apreço prende-se a um sucedimento que se deu há perto de vinte séculos, do qual temos conhecimento através da tradição e dos relatos evangélicos. É um caso pretérito, longínquo, cujo eco histórico logrou chegar até nós.

O que se passa, porém, com a realidade da obra messiânica é um feito palpitante e de atualidade em todas as épocas da Humanidade, de vez que podemos senti-lo em nós, percebendo a sua influência em tudo que respeita à nossa evolução espiritual. Não o conhecemos por tradição, literatura escriturística ou testemunho das gerações passadas; sabemo-lo real e positivo em virtude do poder de transformação que a vida do Cristo está exercendo em nós. Não precisamos violentar a razão para que aceite o que não compreende e creia no que não sente. Não precisamos passar de alto e pela rama (1) por um problema de tanta relevância, podemos enfrentá-lo com desassombro, sujeitando-o ao cadinho do raciocínio e ao calor da meditação. Quanto mais o fizermos, tanto mais e melhor nos identificaremos com a sua realidade, firmando nossas convicções. Nenhuma dúvida haverá mais em nosso espírito criando incompatibilidades entre a razão e a fé, a inteligência e o sentimento. Nossa fé e nosso amor serão luminosos, dardejando rajadas de luz sobre o carreiro do destino que palmilhamos. Não creremos pelo testemunho de terceiros, mas pela nossa experiência pessoal. Abriremos mão das exterioridades, dos ritualismos e das querelas sectaristas que dividem e separam os homens, alimentando zelos e fomentando vaidades. Concentraremos nossa atenção sobre o que se passa, não fora, mas dentro de nós mesmos, no dealbar duma aurora que surge dos arcanos recônditos da nossa alma como energia propulsora do aperfeiçoamento intelectual e moral que em nós se vai processando. Cuidaremos então da nossa autoeducação, exemplificando, demonstrando em nós próprios, ao vivo, a obra de redenção que pode ser operada em cada indivíduo pelo Cordeiro de Deus, que, dessa maneira, realmente tira o pecado do mundo.

É assim que a Verdade, emancipando-nos do dogma, prossegue concedendo-nos, paulatina, mas progressivamente, a liberdade a que aspiramos desde todos os tempos sem jamais havê-la encontrado noutra fonte e por qualquer meio ou processo até então empregados.
(1) Pela rama: Superficialmente, sem se aprofundar. Ex: Só estudou o assunto pela rama, vai ter de estudar mais. - Dicionário Caldas Aulete.
Vinícius (Pedro de Camargo) do livro:
Na Seara do Mestre

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Nota: Pedro de Camargo, mais conhecido por Vinícius (pseudônimo que adotou e usou por mais de 50 anos), nasceu em Piracicaba (SP) em 7 de maio de 1878. Desde muito jovem abraçou com entusiasmo o Espiritismo, tendo fundado e dirigido em sua terra natal a instituição espírita “Fora da caridade não há salvação”. Por muitos anos presidiu também a “Sociedade de Cultura Artística”, na mesma cidade. Em 1938, mudou-se para a cidade de São Paulo, onde permaneceu até a sua desencarnação em 11 de outubro de 1966. A partir de 1949, desenvolveu, através do rádio, um programa evangélico de grande proveito para os espíritas. Teve participação destacada nos esforços em prol da unificação do Movimento Espírita Brasileiro que culminaria com a criação do Conselho Federativo Nacional (CFN). Colaborou por dezenas de anos com artigos que primavam pela essência altamente doutrinária e evangélica publicados em Reformador. (Trecho extraído do site da FEB)
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Declaração de Origem

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