terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Petição do servo

Petição do servo

Des Touches


Senhor!

Em verdade, não posso ser a lâmpada que clareia o caminho, mas se me amparas, consigo ser a candeia singela capaz de orientar o rumo de algum viajante transviado na floresta da vida.

Não posso ser a fonte que dessedenta quantos atravessem as estradas do mundo, no entanto, se me auxilias, consigo ser a concha de água limpa, suscetível de socorrer um doente relegado ao abandono.

Não posso ser a árvore benfeitora que se entrega ao faminto em plenitude de bondade, entretanto, se me ajudas, posso ser a migalha de amor que suprima a penúria de um companheiro desfalecente de angústia.

Não posso ser a casa acolhedora que albergue todos os deserdados da Terra, entregues às surpresas amargas da noite, mas, se me apoias, consigo ser a mão que se estende ao amigo menos feliz para doar-lhe o calor de tua bênção e dizer-lhe ao coração abatido: - "Deus te abençoe."

Senhor, reconheço-me pequenino servo de tua causa, no entanto, contigo, a esperança brilhará em minha alma e, com semelhante amparo, seguirei à frente, trabalhando e servindo, no bendito anonimato de minha pequenez, a fim de louvar-te sempre e esperar, agindo e abençoando, a construção da Terra Mais Feliz.

Mensagem recebida em reunião pública na manhã de 26 de novembro de 1972 na Escola Jesus Cristo, em Campos, RJ.

Des Touches por Chico Xavier do livro:
Escultores de Almas

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Des Touches

Nasceu na França, de família nobre e rica. Ordenou-se sacerdote da Igreja Católica e, no desempenho de seu múnus eclesiástico, foi um cristão exemplar.

Missionou em várias cidades e aldeias do Estado do Rio de Janeiro. Tão digno e virtuoso, tão profundamente amigo de Jesus, que, pela sua genuína renúncia evangélica, foi muitas vezes incompreendido pelos seus próprios companheiros da Igreja, que não puderam compreender sua alma verdadeiramente abnegada. 

Abandonando os bens e as glórias do mundo, deixou para sempre seu palácio e suas riquezas na França, onde era o aristocrata Émile Hertoux Des Touches de Calignie des Fenets, para ser o humilde apóstolo de Jesus, vivendo como pobre entre os pobres, em renúncia franciscana, um símbolo vivo do Evangelho.

Revelou sempre grande cultura e super-humana humildade e aceitou, ainda em vida terrena, as verdades da Revelação Espírita. Considerava Allan Kardec, há quem muito admirou, — “um grande homem de Deus”.

O santo velhinho, carinhoso amigo dos pobres e das crianças, desencarnou na Santa Casa de Misericórdia de Campos, aos 14 de novembro de 1930 e é hoje um dos dedicados Benfeitores Espirituais da Escola Jesus Cristo.

Clóvis Tavares 

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Nota: A Petição do Servo também está incluída no livro: - "Tempo e Amor". RDB

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- Cisão para estudo de acordo com o Art. 46 da Lei de Direitos Autorais - Lei 9610/98 LDA - Lei nº 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Alegria

Alegria

Hammed


Alegria como experiência de religiosidade é um valor que não tem preço. Essa sensação da alma, mais do que qualquer outra coisa, contagia e abranda o coração dos homens.

A maioria das pessoas tem uma visão distorcida da alegria, pois a confunde com festas frívolas e divertimentos que provocam sensações intensas, risos exagerados; enfim, satisfações puramente emocionais.

Aliás, não há nada de errado em ser jovial, bem-humorado, festivo e risonho. Sentir as emoções terrenas inclui-se entre as prerrogativas que o Criador destinou a suas criaturas. Vivenciar a normalidade das sensações humanas é um processo natural estabelecido pela Mente Celestial.

Talvez as religiões fundamentalistas tenham mesclado as ideias contidas nas palavras alegria e tentação. Na realidade, o Mestre ensinava a seus seguidores que vivessem com alegria. "Eu vos digo isso para que a minha alegria esteja em vós", diz Jesus, "e vossa alegria seja plena" (João, 15:11).

A verdadeira alegria está associada à entrega total da criatura nas mãos da Divindade, ou mesmo à aceitação de que a Inteligência Celestial a tudo provê e socorre.

É a confiança integral em que tudo está justo e certo e a convicção ilimitada nos desígnios infalíveis da Providência Divina.

A palavra aleluia tem origem no hebreu "hallelu-yah" e significa "louvai com júbilo o Senhor". Tem sido usada como cântico de alegria ou de ação de graças pela liturgia de muitas religiões a fim de glorificar a Deus. A designação "sábado de aleluia", utilizada pela Igreja Católica, tem como fundamento a exaltação à alegria, visto que nesse dia se comemora o reaparecimento de Jesus Cristo depois da crucificação.

Viver em estado de alegria é estar plenamente sintonizado com nossa paternidade divina, através das mensagens silenciosas e sábias que a Vida nos endereça.

A "entrega a Deus" é a base de toda a felicidade. No entanto, o problema reside em algumas religiões que recomendam a "entrega" não a Deus, mas a mandatários ou representantes "divinos", ou mesmo a congregações doutrinárias que impõem obediência e subordinação a seus diretores.

Condutas semelhantes acontecem em seitas ou em grupos dissidentes de uma religião, em que há uma entrega incondicional dos adeptos ao líder religioso e que resulta, inicialmente, numa suposta sensação de alegria e satisfação.

Na realidade, quando existe subordinação na nossa "entrega a Deus", ela não pode ser considerada real, pois, mais cedo ou mais tarde, a criatura vai notar que está encarcerada intimamente e que lhe falta a verdadeira comunhão com o Criador.

Viver em "estado de graça" ou em "comunhão com Deus" é estar perfeitamente harmonizados com nossa natureza espiritual. É a alegria de repetir com Jesus Cristo: "Eu estou no Pai e o Pai está em mim" (João, 14:11).

A felicidade é um trabalho interior que quase nunca depende de forças externas. Deus representa a base da alegria de viver, pois a felicidade provém da habilidade de percebermos as "verdadeiras intenções" da ação divina que habita em nós e do discernimento de que tudo o que existe no Universo tem sua razão de ser.

O homem carrega na sua consciência a lei de Deus (1), afirmam os Espíritos Superiores a Allan Kardec. "A lei natural é a lei de Deus e a única verdadeira para a felicidade do homem. Ela lhe indica o que deve fazer e o que não deve fazer, e ele não é infeliz senão quando se afasta dela" (2).

Alegria como experiência de religiosidade é um valor que não tem preço. Essa sensação da alma, mais do que qualquer outra coisa, contagia e abranda o coração dos homens.

"Ninguém fica feliz por decreto"; sente imensa satisfação apenas quem está iluminado pela chama celeste. Rejubila-se realmente aquele que se identificou com a Divindade e descobriu que "a lei natural é a lei de Deus e a única verdadeira para a felicidade do homem'.

A alegria espontânea realça a beleza e a naturalidade dos comportamentos humanos. Cultivar o reino espiritual em nós facilita-nos a aprendizagem de que a alegria real não é determinada por fatos ou forças externas, mas se encontra no silêncio da própria alma, onde a inspiração divina vibra incessantemente.

(1) Kardec, Allan - O Livro dos Espíritos - 621. Onde está escrita a lei de Deus? “Na consciência.”

a) — Visto que o homem traz em sua consciência a lei de Deus, que necessidade havia de lhe ser ela revelada? “Ele a esquecera e desprezara. Quis então Deus lhe fosse lembrada.”

(2) Kardec, Allan - O Livro dos Espíritos - 614. Que se deve entender por lei natural? “A lei natural é a lei de Deus. É a única verdadeira para a felicidade do homem. Indica-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer, e ele só é infeliz quando dela se afasta.”

Hammed por Francisco do Espírito Santo Neto do livro:
Os prazeres da alma


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domingo, 1 de fevereiro de 2026

No bom combate

No bom combate

Agar


Meu jovem amigo.

Enquanto brilha a manhã, atendamos à conscrição divina.

Convida-nos o Senhor a operar no grande combate da luz contra a sombra e do bem contra o mal.

Não longe de nós, há continentes do espírito por descobrir e desbravar.

Armemos o coração de amor e humildade, coragem e entendimento.

Enquanto o entusiasmo juvenil te povoa a alma sensível, ao nosso lado, marcham lidadores desiludidos que as amarguras da Terra desencantaram, quase vencidos ao gelado sopro do desânimo, e, enquanto o hino da alegria ressoa na acústica de teus sonhos diante do altar da vida, junto de nós, seguem companheiros sem a graça da esperança, quase perdidos sob o nevoeiro da angústia que lhes parece irremediável...

Há inimigos na vizinhança de nossa experiência pessoal, reclamando-nos socorro sereno e vigilância pacífica.

São eles a ignorância e o ódio, o desalento e a discórdia, o egoísmo e a vaidade...

Há irmãos nossos, na longa estrada, caídos sob o gládio desses antigos verdugos da Humanidade.

Contra esses adversários da felicidade e da paz é indispensável detonar o alfabeto e arremessar os raios divinos do amor, semear o bom ânimo e fortalecer a união fraterna, irradiar a bondade e exemplificar a vida simples.

Não te separes da esperança.

O caminho do progresso é cimentado com o suor dos trabalhadores leais ao Supremo Bem, que descobrem no próprio sacrifício e no heroísmo silencioso e anônimo a glória da libertação espiritual.

Estamos recrutados para ajudar e servir.

Sigamos, pois, para a vanguarda da redenção terrestre, sem exigir do mundo senão o direito de sermos úteis, no setor da atividade individual, porque em nosso exército de servidores cada batalhador dará testemunho de si mesmo, de coração ligado ao Divino Comandante que preferiu o escárnio público, a solidão íntima e a morte na cruz, para que o Amor resplandecesse em vitória sublime e imperecível sobre a Terra inteira.

Agar por Chico Xavier do livro:
Cartas do Coração

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sábado, 31 de janeiro de 2026

Os sofrimentos

Os sofrimentos

Joanna de Ângelis


933. Assim como, quase sempre, é o homem o causador de seus sofrimentos materiais, também o será de seus sofrimentos morais?... "Mais ainda, porque os sofrimentos materiais algumas vezes independem da vontade; mas, o orgulho ferido, a ambição frustrada, a ansiedade da avareza, a inveja, o ciúme, todas as paixões, numa palavra, são torturas da alma." (...) Kardec, Allan - O Livro dos Espíritos

As Leis de Deus são irrefragáveis. Encontram-se por todo o Universo, em funcionamento automático, perfeito. Criaram e mantêm a ordem em todas as coisas, respondendo pelo equilíbrio vigente.

Toda vez que são desrespeitadas, seja no concerto geral ou individual, no todo como em qualquer parte, por meio da agressividade ou da desconsideração pelos seus códigos, passam a funcionar em torno do agente do desequilíbrio até que o mesmo seja corrigido, volvendo à harmonia.

Todas as criaturas que pensam, mesmo quando não possuem o conhecimento lógico dessa realidade, dão-se conta da grandiosidade existente no macro como no microcosmo, compreendendo a necessidade da sua preservação. Mesmo entre os animais irracionais o instinto de conservação da vida faculta-lhes manter o meio ambiente onde se encontram e de onde retiram os preciosos recursos necessários à existência.

Os fenômenos naturais de destruição que ocorrem com relativa frequência, muitas vezes considerados maléficos, encontram-se dentro da programática que faculta o renascimento de todas as formas vivas, que se tornam mais bem aprimoradas e com mais resistências para os futuros embates.

Essas ocorrências ensinam que tudo que sofre agressão aparentemente destruidora insere-se no organograma do progresso, sutilizando a forma e sublimando cada vez mais a essência de que se constitui.

Iniciado o processo de constantes transformações no grande choque das partículas primitivas que precederam ao Universo, conforme se depara na atualidade, a Lei da evolução prossegue comandando os mecanismos que lhe são desencadeadores, em ininterrupto suceder, sob o comando da sublime Lei de amor que vige soberana.

O sofrimento, desse modo, apresenta-se sob variantes diversas, desde aquelas que resultam do desgaste natural da sua organização para dar lugar a novas formulações, assim como as decorrentes da Lei de Causa e Efeito, estimulando a abnegação daqueles que se sacrificam por amor.

O sofrimento apresenta inúmeras dimensões, que decorrem da sensibilidade e da percepção emocional de cada ser.

A aglutinação de moléculas no reino mineral altera-se a cada instante, e os desgastes se sucedem sem que haja qualquer tipo de sofrimento por absoluta falta de sensação e de emoção nele existente.

No reino vegetal, o psiquismo primário apresenta-se mediante uma forma de sistema nervoso embrionário, que responde pela sensibilidade ante as doenças e as desorganizações moleculares, sem que haja forma alguma de sofrimento real e emocional. 

No reino animal, no entanto, graças à sensibilidade em despertamento, surgem os pródromos do sofrimento entre os irracionais, alcançando o seu momento máximo no ser humano, em razão da sensação e da emotividade de que se constitui.

Por serem diferentes os indivíduos humanos, em razão do Espírito que em cada um habita, a sua elevação ou primarismo proporciona mais ampla capacidade de resistência à dor assim como à felicidade, variando o grau de percepção de cada uma dessas ocorrências.

Desse modo, as suas paixões geram as consequências aflitivas que se expressam como sofrimentos, sempre decorrentes das suas atitudes materiais e morais, especialmente aquelas que defluem do orgulho, do egoísmo, das ambições desenfreadas, da inveja, do ciúme...

A predominância das heranças instintivas durante o trânsito da razão leva-o a atitudes perturbadoras que dão lugar a enfermidades e a processos degenerativos que são responsáveis por muitos sofrimentos que poderiam ser evitados, caso o seu comportamento fosse de respeito e manutenção da ordem vigente.

As atitudes morais e a rebeldia sistemática agridem as Leis da ordem, que passam a movimentar-se em torno do seu autor, gerando distúrbios correspondentes.

As enfermidades, que são decorrência dos fenômenos inevitáveis das transformações celulares, tornam-se mecanismos utilizados pelas Leis da Vida, como reparadores para os gravames que são perpetrados, tornando-as verdadeiros flagelos quando se apresentam com características degenerativas e de longo curso.

Nesse capítulo, os transtornos psicológicos e psíquicos constituem sofrimentos que auxiliam na recuperação da harmonia interior, que foi perturbada pela agressão moral aos códigos estabelecidos.

Todo indivíduo, possuidor de razão e discernimento, sabe que as imperfeições que nele se demoram devem ser disciplinadas e canalizadas para a sua transformação em valores positivos e enobrecedores. Não obstante, há uma preferência muito grande pela sua preservação, evitando-se o esforço renovador mediante o qual se torna possível uma programação saudável e feliz para o futuro.

Desse modo, colhem-se em uma experiência posterior os efeitos danosos daquela na qual se delinquiu.

Esses argutos e impiedosos sentimentos de inferioridade, filhos diletos das paixões asselvajadas, conduzem as criaturas por período mais largo do que seria lícito, em razão da sua aceitação voluntária pelos seres humanos, que ainda os preferem, quando lhes seria fácil mudar de comportamento, mesmo que, de início, por meio da renúncia, da paciência, da abnegação. Nem todos os sofrimentos, porém, têm caráter reparador ou punitivo.

Em alguns casos, apresentam-se como contribuição de amor daqueles que os experimentam, a fim de ensinarem ascensão e felicidade às criaturas da retaguarda, que lutam com débil vontade, necessitadas de estímulo e encorajamento para se decidirem pela ascensão que lhes falta.

Assim ocorre com os idealistas de todas as épocas, os mártires e os heróis, que compreendem a indispensabilidade do sacrifício de si mesmos em favor do progresso e de outras vidas, ou que já superaram os débitos transatos e volvem ao proscênio terrestre para convocar e conduzir os renitentes e enfermos na conquista da ciência do bem e da felicidade.

Joanna de Ângelis por Divaldo Franco do livro:
Lições para a Felicidade

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