quarta-feira, 11 de março de 2026

Mundos habitados

Mundos habitados

Joanna de Ângelis


55. São habitados todos os globos que se movem no espaço? "Sim e o homem terreno está longe de ser, como supõe, o primeiro em inteligência, em bondade e em perfeição." Kardec, Allan - O Livros dos Espíritos
De acordo com a premissa admitida pela Ciência de que duas partículas portadoras da mesma carga de energia se equilibravam no espaço, quando uma delas apresentou alteração, produziu-se o grande choque, do qual as moléculas que se encontravam aglutinadas se expandiram pela Universo, dando lugar, a partir daí, ao surgimento do Cosmo.

A cada instante, porém, esse Cosmo experimenta contínuas e incessantes alterações defluentes do surgimento de novas galáxias, assim como de outras que são absorvidas pelos buracos negros.

Sob outro aspecto, esse Universo relativo está circunscrito a uma área quase infinita de onde as moléculas que já alcançaram a  sua borda retornam, produzindo os quasares azuis. Nesse turbilhão de sistemas, uns que nascem e outros que morrem, a vida constitui o grande desafio para o entendimento limitado da criatura humana.

Considerando-se a causalidade única, do ponto de vista físico de todos os sistemas, é compreensível que se tenha em mente que as moléculas que os compõem são todas procedentes da massa inicial, portanto, com a carga de iguais elementos, variando apenas o período gasto na sua expansão, condensação e organização molecular.

Depreende-se daí, que a vida ser-lhes-á um fenômeno natural e inevitável, se examinada somente pela realidade da organização molecular, dependendo, por efeito, dos fatores da sua própria constituição.

Mesmo do ponto de vista materialista, como pretendem aqueles que assim se comportam, o surgimento dos seres inorgânicos e orgânicos resulta do automatismo dessas aglutinações, propiciando a existência de vida nos mais variados e remotos, assim como nos mais próximos do fulcro da Grande Explosão.

Por que se pensar, então, na exclusividade de vida na Terra, já que, à semelhança de outros sistemas, a sua origem deu-se na mesma geleia molecular?

Assevera-se, então, que os fatores próprios à sua existência não existem em outros globos, o que carece de fundamento, porque a vida não se apresenta apenas conforme o padrão terrestre, senão de acordo com as ocorrências mesológicas, que lhes propiciam formas e constituições específicas ao processo de evolução infinita.

Ademais, no turbilhão dos astros que gravitam prisioneiros dos seus centros de atração, são inumeráveis aqueles que possuem, ou possuíram, ou possuirão as mesmas condições favoráveis ao padrão atual de vida e de que a Terra se faz possuidora.

Assim, portanto, à sua semelhança, em incontáveis deles houve vida igual à terrestre, estará havendo ou haverá, porquanto, no infinito do tempo e do espaço, nada permanece inativo ou sem finalidade.

Deus, porém, é a Causa Única do Universo.

Dê-se-Lhe o nome que melhor se adapte ao conceito filosófico que se desfrute, não se Lhe pode fugir à Realidade.

Quando se analisa a Grande Explosão, por exemplo, como sendo a desencadeadora da expansão nuclear das moléculas, defronta-se de imediato com um efeito já existente a apresentar fenômeno, e cuja origem perde-se no infinito das excogitações, no qual está o Criador Incriado.

Uma análise cuidadosa da informação bíblica revelada, assim como de outras Doutrinas de recuadas épocas, extraídas as concepções míticas naturais e os enxertos do interesse de grupos de teólogos, assim como de políticos e de paixões nacionais, encontramos o arquétipo conceptual que corresponde aos dados da paleontologia e da cosmogonia contemporâneos, que confirmam as sucessivas etapas do processo criador, culminando com o surgimento do ser humano, o mais recente de todos os fenômenos nessa evolução...

Substituindo-se o conceito de dia pelo de Era geológica, teremos um estudo muito próximo das constatações da Ciência, no que diz respeito ao sistema solar e ao planeta terrestre.

Nesse majestoso turbilhão de galáxias que exaltam a glória da Criação Divina, a vida estua indestrutível, propiciando ao Espírito, nas mais diversas faixas de desenvolvimento, a augusta oportunidade de compreensão de si mesmo e do Pai, em cujo rumo avança através das infinitas etapas da reencarnação.

Dessa forma, o privilégio em torno da vida apenas na Terra cede lugar à misericórdia de Deus, enriquecendo todo o Cosmo com a mensagem de amor em forma de seres variados que Lhe são filhos muito amados.

Nada, portanto, destituído de finalidade e objetivo na Casa do Pai, com as suas incontáveis moradas, conforme acentuou Jesus com lucidez incomum, antes com propósitos definidos, facultando o infinito crescimento de tudo e de todos na direção da perfeição relativa que lhes está destinada.

A vida estua prazenteira e feliz em toda parte, propiciando harmonia e beleza em variadas manifestações para a glória do Espírito andarilho das estrelas.

Saber utilizar-se desse conhecimento através da inteligência e do sentimento, transformando-se sempre para melhor e autoiluminando-se constitui o formidando desafio que se tem pela frente, aprendendo para errar menos, resgatando o erro a fim de fixar a aprendizagem quando foi equivocada, e sempre conquistando amor para melhor sintonizar com as forças vivas que se agitam em toda parte.

A vida inteligente, portanto, patrimônio do Pai Criador, exulta no Universo, ensejando concepções inimagináveis, que são poemas ricos de bênçãos de paz e de plenitude.

*

Não apenas com a mesma constituição anatomofisiológica se expressa a vida nos variados campos existenciais.

Desde a sua realidade como princípio inteligente que habita os espaços siderais, sem necessidade do invólucro físico, até as construções mais grosseiras da matéria que lhe serve de domicílio transitório para a evolução, o Espírito se sublima através do carreiro das reencarnações.

Joanna de Ângelis por Divaldo Franco do livro:
Lições para a Felicidade

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terça-feira, 10 de março de 2026

Lutar ou perder

Lutar ou perder

Emmanuel


O alvião do progresso dilacera a paisagem para infundir-lhe vida nova.

O martelo esmigalha a pedra para desencarcerar-lhe o espírito de utilidade e beleza.

Que seria de nós outros se falhassem a lição e o sofrimento, nossos beneméritos libertadores?

Rejubila-te, assim, em face das lutas que te visitam o coração.

No clima torturado de um forno, o vaso adquire poder e resistência, sem os quais nunca se habilitaria às glórias do serviço.

Quem goza, despreocupado, na vestimenta da carne, costuma encontrar a realidade em forma de monstro que persegue a vida, todavia, quem aprende na rude escola dos obstáculos, mais tarde surpreende, feliz, a fonte divina da Vida Abundante.

O curso primário da experiência iluminativa reclama flores de consolação, em todas as circunstâncias, mas o aprendiz que avança na senda de paz, da sabedoria, compreende o mistério da dor e aspira a posição do fruto que beneficia a todos, inspirando-se nos elevados propósitos da Providência Inexaurível e reconhecendo que a colaboração diligente com o Mestre é a radiosa meta dos discípulos acordados e vigilantes.

Necessário confiar para merecer confiança, dar para receber, auxiliar para ser auxiliado.

A Lei é tão segura para aquele que cerra aos outros as portas do socorro fraterno, quão generosa para quem estende o coração repleto de amor, no serviço aos semelhantes.

Cada espírito, qual ocorre a cada mundo, possui existência própria, peculiaridades que lhe são inerentes e eflúvios diferenciados entre si.

Por agora, meu amigo, emergindo laboriosamente da selva dos impulsos, caminhamos na direção do Divino, à maneira da corrente de água viva, no rumo do oceano.

Imprescindível não fugir ao movimento incessante, centralizando-nos no objetivo.

Toda vacilação é demora.

Toda retenção na angústia é estacionamento ruinoso.

Toda fuga é permanência no vale sombrio.

E para que a ação esteja revestida de mérito e santidade, o trabalho no bem com a sublimação da inteligência ser-nos-á testemunho de cada instante.

Dormimos, através dos séculos sucessivos, nas impressões primitivistas da carne, à maneira do seixo incrustado na serrania agreste; agora, na grande espiral de nossa ascensão, atormentados pelas exigências do plano inferior e constrangidos pelas determinações das esferas mais altas, cabe-nos aprender, aplicar, avançar e subir, auxiliando a todos, por intermédio das possibilidades com que a experiência nos felicita.

Certamente, a vitória permanece, ainda, infinitamente distante. A nossa hora, portanto, só admite uma conclusão – lutar ou perder.

Para o viajor da verdade, estes dois verbos, assumem significação luminosa e terrível.

Lutar é perseverar no posto de trabalho que o Senhor nos confia, superando todas as inibições com esquecimento de todo mal e valorização de todo o bem.

Perder é recuar com indefinível adiamento da realização divina a que nos propomos atingir.

O Todo-Compassivo, porém, sustentar-nos-á na vanguarda, mantendo-nos em ligação com os seus infinitos recursos, se agirmos até o fim, dentro da lealdade aos seus desígnios.

Ser fiel à mais elevada manifestação do Senhor, suscetível de ser recolhida por nossa consciência, conduzindo-nos de conformidade com os princípios mais nobres, impressos em nosso ser, é impositivo natural da tarefa que nos compete, no plano de trabalho em que fomos situados.

Não dispomos, em razão disso, de outra mensagem mais eloquente de amor a dirigir-te, além do “não temas” que o Amigo Celeste nos endereçou, há quase vinte séculos.

Prossigamos à frente, dilatando a nossa capacidade receptiva para que a influência superior encontre mais acentuada ressonância em nossa cooperação individual, na obra do todo.

Na estrada de purificação em que nos regozijamos, presentemente, o discípulo mais feliz é aquele que se sente defrontado pelas maiores oportunidades de servir à elevação dos outros, ainda mesmo com absoluto sacrifício de si próprio, à maneira da lâmpada que se consome para iluminar.

O aprendiz de Jesus que ama e auxilia, esclarece e perdoa, guardando a visão da eternidade, é a garantia da regeneração do mundo.

Afeiçoemo-nos, assim, invariavelmente, aos imperativos do Mestre e o Mestre atender-nos-á as necessidades. 

Cogitemos dos interesses do Senhor e o Senhor cogitará de nossos interesses.

E que o amor seja o nosso tesouro de bênçãos vivas, congregando-nos cada vez mais intensamente no serviço glorioso de Cristo, mantendo-nos em sublimada comunhão espiritual, embora a diversidade dos círculos de aprendizado em que nos encontramos, são os votos do meu coração, hoje e sempre.

Emmanuel por Chico Xavier do livro:
Excursão de Paz

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segunda-feira, 9 de março de 2026

O último inimigo a vencer

O último inimigo a vencer

Vinícius (Pedro de Camargo)


"O último inimigo a vencer é a morte."  (Paulo - I Coríntios, 15:26)
Se a morte é o último inimigo a vencer, segue-se que há uma série deles, dentre os quais figura a morte como sendo o derradeiro.

Onde estão os outros? O mesmo Apóstolo responde: "O aguilhão da morte é o pecado". Portanto, o pecado, sob suas multiformes modalidades, encerra os demais inimigos que cumpre ao homem vencer, para, finalmente, derrotar o último, que é a morte. Só, então, lhe será dado entoar o hino da vitória: "Onde está, ó morte, o teu poder; onde está, ó morte, o teu aguilhão?".

Esse triunfo, que representa a suprema conquista, o homem — Espírito encarnado — logrará, "graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo". Esta expressão de Paulo não implica na derrota da morte pelos méritos de Jesus, visto como é imprescindível que cada indivíduo combata os seus próprios inimigos, vencendo-os um a um, até que, por fim, extinga o império da morte como auspicioso corolário da grande campanha libertadora.

Jesus, como Ele mesmo disse enfaticamente, é o Caminho, a Verdade e a Vida. Seu papel, como Mestre, é ensinar e exemplificar, missão ingente que vem cumprindo em todos os seus pormenores e particularidades. A nossa obrigação, como discípulos, é perlustrar o caminho vivo, personificado no próprio Mestre, procurando imitá-lo, aprendendo com Ele a conhecer e vencer os nossos perigosos adversários.

As paixões inconfessáveis que escravizam e aviltam são nossas, nós as alimentamos através dos séculos, permitindo que nos dominassem.

A força do pecado é a lei — ensina Paulo. Isto quer dizer que na cobiça, na ambição, no orgulho, na lascívia, na inveja, que gera o despeito e o ódio, estão as causas criadas por nós e cujos efeitos, no cumprimento da lei da causalidade, tecem a trama que nos enreda, sujeitando-nos ao domínio da morte. A causa, sendo gerada na carne, na carne deve ser vencida. Daí os sábios dizeres do erudito vexilário do advento cristão: Por isso é necessário que este corpo corruptível se revista de incorruptibilidade, e este corpo mortal se revista de imortalidade; quando, pois, este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade e este corpo mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: "Tragada foi a morte na vitória!".

Destes luminosos ensinamentos do valoroso Apóstolo os gentios ressalta, clara e evidente, a doutrina da reencarnação, porquanto não será jamais numa só existência que o homem conseguirá dominar as paixões, emancipando-se do ciclo evolutivo que se processa através do instinto. Só depois de vencida essa etapa pode o Espírito alcandorar-se às regiões etéreas, visto como a carne e o sangue não herdam o Reino de Deus, conforme também ensina o ex-discípulo de Gamaliel.

Vinícius (Pedro de Camargo) do livro:
Na Seara do Mestre

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Nota: Pedro de Camargo, mais conhecido por Vinícius (pseudônimo que adotou e usou por mais de 50 anos), nasceu em Piracicaba (SP) em 7 de maio de 1878. Desde muito jovem abraçou com entusiasmo o Espiritismo, tendo fundado e dirigido em sua terra natal a instituição espírita “Fora da caridade não há salvação”. Por muitos anos presidiu também a “Sociedade de Cultura Artística”, na mesma cidade. Em 1938, mudou-se para a cidade de São Paulo, onde permaneceu até a sua desencarnação em 11 de outubro de 1966. A partir de 1949, desenvolveu, através do rádio, um programa evangélico de grande proveito para os espíritas. Teve participação destacada nos esforços em prol da unificação do Movimento Espírita Brasileiro que culminaria com a criação do Conselho Federativo Nacional (CFN). Colaborou por dezenas de anos com artigos que primavam pela essência altamente doutrinária e evangélica publicados em Reformador. (Trecho extraído do site da FEB)
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domingo, 8 de março de 2026

Da mulher

Da mulher

André Luiz

Compenetrar-se do apostolado de guardiã do instituto da família e da sua elevada tarefa na condução das almas trazidas ao renascimento físico.

Todo compromisso no bem é de suma importância no mundo espiritual.

Afastar-se de aparências e fantasias, consagrando-se às conquistas morais que falam de perto à vida imperecível, sem prender-se ao convencionalismo absorvente.

O retorno à condição de desencarnado significa retorno à consciência profunda.

Afinar-se com os ensinamentos cristãos que lhe situam a alma nos serviços da maternidade e da educação, nos deveres da assistência e nas bênçãos da mediunidade santificante.

Quem foge à oportunidade de ser útil engana a si mesmo.

Sentir e compreender as obrigações relacionadas com as uniões matrimoniais do ponto de vista da vida multimilenária do Espírito, reconhecendo a necessidade das provações regenerativas que assinalam a maioria dos consórcios terrestres.

O sacrifício representa o preço da alegria real.

Opor-se a qualquer artificialismo que vise transformar o casamento numa simples ligação sexual, sem as belezas da maternidade.

Junto dos filhos apagam-se ódios, sublima-se o amor e harmonizam-se as almas para a eternidade.

Reconhecer grave delito no aborto que arroja o coração feminino à vala do infortúnio.

Sexo desvirtuado, caminho de expiação.

Preservar os valores íntimos, sopesando as próprias deliberações com prudência e realismo, em seus deveres de irmã, filha, companheira e mãe.

O trabalho da mulher é sempre a missão do amor, estendendo-se ao infinito.
“E, respondendo, disse-lhe Jesus: — Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.” (Lucas - 10:41 e 42).
André Luiz por Waldo Vieira do livro:
Conduta Espírita

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