Sexo - Manifestação Divina
Hammed
“Eu sei e estou convencido no Senhor Jesus que nada é impuro em si. Alguma coisa só é impura para quem a considera impura”. (Romanos, 14:14.)
Afirmamos acertadamente que tudo provém do Criador e a Ele retorna.
O sexo – cujas energias servem de alimento divino para a inteligência e para o sentimento humano – é uma das mais belas criações da Sabedoria de Deus para com suas criaturas.
Força criadora não somente para gerar filhos carnais, a sexualidade envolve as vitalidades psíquicas como um todo, atua nas áreas da estética, da arte, da cultura, de obras e realizações espirituais, da sensibilidade, das alegrias enobrecedoras do afeto e outros tantos vigores criativos da alma humana.
É preciso ampliar nossa concepção do sexo, deixando de fixá-la unicamente nas atividades de certos órgãos do veículo físico.
Por que então condená-lo com tanta veemência? Por que relegá-lo ao desprezo como algo negativo, uma vez que tudo que há em nós é sagrado?
Nosso conceito ético-moral está fundamentado na noção adquirida em nossas experiências familiares, sociais e religiosas, das quais nos servimos para sedimentar juízos, opiniões ou pontos de vista.
Concepções, símbolos, tendências e ideias estão arquivados em nossa memória profunda; são subprodutos de uma série de conhecimentos que assimilamos na vida atual e nas vivências pregressas.
Normas, costumes, informações, observações, admoestações e censuras, inclusive influências de instituições diversas, formaram em nós um tipo de “observatório moral” – coleção de regras a ser impreterivelmente cumpridas –, do qual nos valemos para visualizar, investigar e catalogar a sexualidade como boa ou má.
Se convivermos com familiares problemáticos e que trazem consigo desajustes e prejulgamentos embrutecidos no setor da afetividade, ficaremos profundamente marcados por essas relações desarmônicas. Se vivenciarmos durante a infância experiências negativas na área sexual, esses mesmos fatos e acontecimentos estarão dificultando nossas relações interpessoais.
Adotamos comportamento angelical ou de criaturas sublimadas, no entanto ainda somos seres humanos. Não podemos nos esconder atrás do poder religioso ou da postura clerical de nenhuma religião para camuflar anseios de caráter afetivo e sexual – isso é escapismo.
Nutrimos conceitos moralistas e preconceituosos como mecanismo de proteção ou de fuga.
Ao renovarmos a nossa “visão ilusória” para uma “visão de imortalidade”, mudamos a “concepção de sexo” simplista e obtusa.
Deixamos de analisá-lo por caracteres absolutos, rigorosos e metódicos, alterando assim as conclusões equivocadas a respeito das pessoas e da vida.
Iludimo-nos com fantasias de castração e repressão, que nos parecem livrar a consciência de culpa e que nos dão falsa impressão de segurança íntima.
Tomemos o versículo paulino, que despertava à época sérias discussões quanto à “forma de comer”, e o estendamos ao campo da sexualidade.
Paulo de Tarso afirmava aos romanos: “Eu sei e estou convencido no Senhor Jesus que nada é impuro em si. Alguma coisa só é impura para quem a considera impura”, ou seja, é nossa maneira de ver e de sentir que determina as coisas como puras ou impuras.
Admitir as necessidades sexuais e carências afetivas não nos torna impuros, mas facilita que vejamos a normalidade da realidade humana existente nesta vida que Deus nos reservou.
Deus criou através do sexo os nomes paternidade e maternidade, no entanto eles não se revelam como as únicas tarefas que dignificam os indivíduos na Terra.
Foi o Poder Inteligente do Universo que criou o instinto sexual nas criaturas, porém muitos creem que a sexualidade esteja vinculada ao “mundo demoníaco”. Assim também pensavam as pessoas na Idade Média. Ainda hoje, muitos de nós perpetuamos essas noções como se estivéssemos vivendo séculos atrás.
Nesta troca incessante em que vivemos, o que de fato vale a pena é nos darmos de alma inteira, sem medo de amar e de ser amado, sem esperar favores e reconhecimento, sem receio de que as pessoas não nos aceitem ou não gostem de nós, se souberem quem somos intimamente. A propósito, eis o que somos realmente: “deuses em potencial”, o “sal da terra”, “filhos de Deus” em evolução.
Lembremo-nos de que em nós não existe nada de errado, nada a corrigir, somente é preciso que mudemos a nossa maneira de sentir e de interpretar tudo e todos.
Hammed por Francisco do Espírito Santo Neto do livro:Um Modo de Entender - Uma Nova Forma de Viver
“Eu sei e estou convencido no Senhor Jesus que nada é impuro em si. Alguma coisa só é impura para quem a considera impura”. (Romanos, 14:14.)
Afirmamos acertadamente que tudo provém do Criador e a Ele retorna.
O sexo – cujas energias servem de alimento divino para a inteligência e para o sentimento humano – é uma das mais belas criações da Sabedoria de Deus para com suas criaturas.
Força criadora não somente para gerar filhos carnais, a sexualidade envolve as vitalidades psíquicas como um todo, atua nas áreas da estética, da arte, da cultura, de obras e realizações espirituais, da sensibilidade, das alegrias enobrecedoras do afeto e outros tantos vigores criativos da alma humana.
É preciso ampliar nossa concepção do sexo, deixando de fixá-la unicamente nas atividades de certos órgãos do veículo físico.
Por que então condená-lo com tanta veemência? Por que relegá-lo ao desprezo como algo negativo, uma vez que tudo que há em nós é sagrado?
Nosso conceito ético-moral está fundamentado na noção adquirida em nossas experiências familiares, sociais e religiosas, das quais nos servimos para sedimentar juízos, opiniões ou pontos de vista.
Concepções, símbolos, tendências e ideias estão arquivados em nossa memória profunda; são subprodutos de uma série de conhecimentos que assimilamos na vida atual e nas vivências pregressas.
Normas, costumes, informações, observações, admoestações e censuras, inclusive influências de instituições diversas, formaram em nós um tipo de “observatório moral” – coleção de regras a ser impreterivelmente cumpridas –, do qual nos valemos para visualizar, investigar e catalogar a sexualidade como boa ou má.
Se convivermos com familiares problemáticos e que trazem consigo desajustes e prejulgamentos embrutecidos no setor da afetividade, ficaremos profundamente marcados por essas relações desarmônicas. Se vivenciarmos durante a infância experiências negativas na área sexual, esses mesmos fatos e acontecimentos estarão dificultando nossas relações interpessoais.
Adotamos comportamento angelical ou de criaturas sublimadas, no entanto ainda somos seres humanos. Não podemos nos esconder atrás do poder religioso ou da postura clerical de nenhuma religião para camuflar anseios de caráter afetivo e sexual – isso é escapismo.
Nutrimos conceitos moralistas e preconceituosos como mecanismo de proteção ou de fuga.
Ao renovarmos a nossa “visão ilusória” para uma “visão de imortalidade”, mudamos a “concepção de sexo” simplista e obtusa.
Deixamos de analisá-lo por caracteres absolutos, rigorosos e metódicos, alterando assim as conclusões equivocadas a respeito das pessoas e da vida.
Iludimo-nos com fantasias de castração e repressão, que nos parecem livrar a consciência de culpa e que nos dão falsa impressão de segurança íntima.
Tomemos o versículo paulino, que despertava à época sérias discussões quanto à “forma de comer”, e o estendamos ao campo da sexualidade.
Paulo de Tarso afirmava aos romanos: “Eu sei e estou convencido no Senhor Jesus que nada é impuro em si. Alguma coisa só é impura para quem a considera impura”, ou seja, é nossa maneira de ver e de sentir que determina as coisas como puras ou impuras.
Admitir as necessidades sexuais e carências afetivas não nos torna impuros, mas facilita que vejamos a normalidade da realidade humana existente nesta vida que Deus nos reservou.
Deus criou através do sexo os nomes paternidade e maternidade, no entanto eles não se revelam como as únicas tarefas que dignificam os indivíduos na Terra.
Foi o Poder Inteligente do Universo que criou o instinto sexual nas criaturas, porém muitos creem que a sexualidade esteja vinculada ao “mundo demoníaco”. Assim também pensavam as pessoas na Idade Média. Ainda hoje, muitos de nós perpetuamos essas noções como se estivéssemos vivendo séculos atrás.
Nesta troca incessante em que vivemos, o que de fato vale a pena é nos darmos de alma inteira, sem medo de amar e de ser amado, sem esperar favores e reconhecimento, sem receio de que as pessoas não nos aceitem ou não gostem de nós, se souberem quem somos intimamente. A propósito, eis o que somos realmente: “deuses em potencial”, o “sal da terra”, “filhos de Deus” em evolução.
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- Para seguirmos corretamente o espiritismo, devemos submeter todas as mensagens mediúnicas ao crivo duplo de Kardec, sendo eles, a razão e a universalidade.
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- Cisão para estudo de acordo com o Art. 46 da Lei de Direitos Autorais - Lei 9610 /98 LDA - Lei nº 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998.


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