domingo, 19 de abril de 2026

A água que bebeis

A água que bebeis

Miramez



A água, no conjunto dos seus valores, é uma panaceia sobremodo divina, que corresponde a todos os nossos anseios de equilíbrio orgânico e psíquico, por existir em muitas
dimensões. Seu poder de cura ainda é um segredo, cujas portas ainda não obtivemos permissão para abrir, por nos faltar o amor necessário para tal empreendimento.

O corpo humano em toda a sua estrutura salienta-se com duas partes de água e uma de elementos diversos que nasceram dentro do seu seio fecundo e promissor. Desprezar a água é querer separar-se da vida.

Quando beberdes a água, não vos esqueçais da parcela divina que vibra dentro dela em expressão de luz. Ela guarda no seu aconchego a força que restaura e harmoniza todo o mundo celular. Desata a energia em todos os campos do metabolismo e desobstrui inumeráveis caminhos no mundo da carne para o desafogo orgânico dos restos imprestáveis para a forma física, porém aproveitáveis pela natureza em outros empreendimentos de valores indescritíveis.

Os rios que riscam toda a Terra, em todas as direções, têm a sagrada missão de saciar a sede e a grande tarefa de higienização das criaturas. E não é somente limpar, a sua finalidade. O seu engenhoso trabalho está na doação de um tipo de magnetismo altamente compensador, que recebe onde nasce, de mãos angélicas incansáveis no serviço de caridade e na irradiação do amor.

Infelizmente, as águas mais pobres são as que se repartem nas grandes metrópoles, onde as mãos dos homens acrescentam elementos incompatíveis com a harmonia do complexo humano e que desajustam igualmente alguns corpos no mundo das antiformas.

Quando a Ciência passar a estudar essas reações, procurar-se-ão outros meios de defesa para esse líquido sagrado que ajuda a sustentar a existência humana. É necessário que todos compreendam que as águas precisam do beijo fortificante da atmosfera pura e, nesta simbiose, os dois se valorizam.

Nas grandes cidades, ela viaja escondida por canos impenetráveis pelo ar. Se às vossas mãos não puder vir um copo de água pura das correntezas de um rio, festejada pela mansuetude do magnetismo dos ventos, podereis bater a água, com a utilização de dois copos, passando de um para outro, fazendo com que ela entre em contato direto com o ar e tereis água revitalizada.

Alguém já disse acertadamente que devemos mastigar o líquido. Fazei isso e vereis o quanto o vosso corpo vos agradecerá. Um dos grandes remédios ao alcance das vossas mãos é a água que bebeis. Ao tomá-la, bebei os goles sem pressa, deixando que as glândulas da boca selecionem os elementos e os canalizem para os lugares indispensáveis à paz do corpo. Mentalizai esse trabalho de seleção e sentireis vosso corpo sendo beneficiado pela ação renovadora da água que bebeis.

Miramez por João Nunes Maia do livro:
Saúde

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