quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Assistência como dever

Assistência como dever

Emmanuel




É indispensável o culto da solidariedade como simples dever.
Todos possuímos algo para dar.
O níquel da assistência consoladora...
A roupa esquecida ou imprestável...
O pão que sobra à mesa...
A frase reconfortante...
O livro renovador...
A benção de uma prece...
*
Não nos reportamos, porém, à esmola suplicada. Dizemos da ação espontânea e constante do amor fraterno que procura os companheiros menos felizes para socorrê-los nas provas difíceis e deprimentes, copiando a Infinita Bondade Celestial que não nos aguarda atitudes mendicantes para doar-nos a luz do sol.
*
Se recolhemos a benção do Senhor, em cada instante da estrada, é justo saibamos estendê-la aos que nos cercam,em nome do Cristo Vivo que não nos desampara.
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Precisamos da lídima caridade uns para com os outros, como, necessitamos do ar que nos sustenta.
*
Caridade sem tributos de gratidão.
Caridade sem orientação de virtude.
Caridade como saúde da alma.
Caridade como hábito justo.
Caridade como inalienável obrigação.



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