domingo, 22 de fevereiro de 2026

Processo de evolução

Processo de evolução

Joanna de Ângelis


330 a) - Então, a reencarnação é uma necessidade da vida espírita, como a morte o é da vida corpórea? "Certamente; assim é." (Kardec, Allan - O Livro dos Espíritos)
A reencarnação é Lei da Vida assim como o são a gravitação universal e a eletricidade.

Incursa nas Leis morais que regem o Cosmo, constitui o processo de crescimento dos valores que jazem adormecidos no ser, qual ocorre com a glande que guarda o carvalho imponente, aguardando os fatores próprios para o seu surgimento.

A Magnanimidade Divina a todos cria iguais, portadores de simplicidade e ignorância das verdades transcendentes, facultando-lhes, a esforço pessoal, arrebentar a couraça do desconhecimento em que se ergástulam para lograr a sabedoria que lhes está destinada.

Esse formoso processo é áspero, tornando-se, não poucas vezes, semelhante ao parto que faculta a libertação de uma vida pulsante e prisioneira através do sofrimento de quem a encarcera.

Essa dor, no entanto, é relativa à maior ou menor materialidade moral em que permanece o ser. Quando atrasado, somente portador de instintos e de impulsos, as suas resistências são muito tenazes, exigindo a ruptura da couraça a fortes golpes de dilaceração das suas estruturas. À medida que a razão lhe faculta o entendimento da necessidade do progresso, a vontade contribui de maneira vigorosa para a ocorrência, diminuindo a força inevitável da ruptura, ocorrendo a dissociação paulatina dos envoltórios que a limitam. Por fim, no período mais avançado, tudo se dá suave e prazerosamente, superados os mecanismos de obstrução da percepção divina.

Uma existência física é período muitíssimo breve para a aquisição dos tesouros inimagináveis da sabedoria que promana de Deus.

Comparando-se os seres que compõem o tecido social da Terra, veremos as diferentes faixas em que transitam, desde o primarismo, que é peculiar a povos muito atrasados, mas que também remanescem na denominada sociedade de consumo, passando pelos indivíduos educados e cultos e alcançando o patamar do espiritualizado e livre.

Do bruto ao apóstolo, do agressivo ao pacífico-pacificador, do complexado e de comportamento mórbido ao cordato e gentil permanece um grande pego, que não pode ser vencido em uma etapa carnal apenas.

O salto em direção ao sublime não ocorre pelo impulso de um momento, senão mediante a lenta construção de valores morais e espirituais que são específicos para cada criatura.

Assim, a reencarnação representa o inefável amor de Deus, auxiliando Suas criaturas na aquisição dos tesouros eternos de beleza, sabedoria e amor.

O desenvolvimento intelecto-moral do ser é lento e contínuo, resultando das aquisições que são realizadas nas diversas experiências carnais, abrindo espaços para outras mais profundas quão significativas.

Em cada etapa o Espírito desenvolve uma ou mais aptidões no campo do conhecimento, da inteligência, do sentimento, da arte, da beleza, da fé, inevitavelmente crescendo para Deus.

Quando se equivoca e faz uso indevido de alguma das experiências, retorna ao mesmo proscênio para refazer o episódio, aprendendo a não errar, semeando luz pelo caminho e liberando- se as algemas retentivas da retaguarda.

O avanço dá-se sem qualquer retrocesso, às vezes paulatino, graças às leis que regem a vida, ensejando provações iluminativas e expiações redentoras.

Quando o seu é um delito de pequeno porte, volve ao campo de batalha com as marcas do dano causado, de maneira a reabilitar-se, envolvendo aqueles que se lhe tornaram vítimas em vibrações de compreensão e de fraternidade, conseguindo o perdão necessário ao equilíbrio da consciência. Experimenta, então, enfermidades que induzem à reflexão, dificuldades que se fazem problemas exigindo soluções, impedimentos no processo de aquisição de valores de vária ordem, carência afetiva e financeira, enfrentamentos sociais e inquietações íntimas, constituindo-se recursos de refazimento pessoal e emocional.

Quando reincidente inveterado no desar, insensível ao apelo do Bem, recomeça a jornada sob injunções dolorosas de que se não pode evadir, sofrendo enfermidades dilaceradoras ou situações vexatórias, inibições e limitações orgânicas, tais a cegueira, a surdez, a mudez, a idiotia, a paralisia, impossibilitado de volver aos mesmos descalabros que lhe assinalaram as atividades pretéritas.

No primeiro caso, dispõe de recursos e lucidez para novas conquistas, somando valores que contribuem para a diminuição dos gravames morais e facultam o desenvolvimento moral que proporciona iluminação e paz.

Na segunda situação, os graves limites impostos exigem, pelo sofrimento, a reflexão em torno dos objetivos essenciais da existência e de como recuperá-los através da senda dos espinhos que ficaram aguardando para ser recolhidos.

O amor, no entanto, será sempre o benfeitor eficaz para o mecanismo de crescimento espiritual.

Graças à sua vivência, o percurso poderá reduzir-se em extensão e em tempo, em face dos prodígios que faculta, anulando etapas amargas e oferecendo campos férteis para a sementeira da felicidade.

A reencarnação, portanto, é indispensável para o Espírito no formoso processo de busca interior, onde se encontra a fonte inexaurível da felicidade plena.

Sem ela, a vida humana se reduziria ao caos das circunstâncias propiciadas pelo acaso, que geraria uns seres ditosos com todas as possibilidades ao alcance, enquanto que outros talados desde o princípio sem a mínima chance de plenitude.

Jesus, conhecendo esse incomparável instrumento evolutivo constituído pelo ir e vir, acentuou no Seu formoso diálogo com Nicodemos, o célebre doutor da Lei e mestre do Sinédrio:

- Em verdade, em verdade, te digo que é necessário nascer de novo, para poder entrar no reino dos Céus.

E noutra ocasião muito própria, afirmou:

- O reino dos Céus está dentro de vós - convidando-nos todos a tomarem-no com decisão, arrebentando os impedimentos no avanço realizado com invulgar coragem e decisão irrefragável.

Reencarnar-se, pois, é preciso, para o Espírito que ruma para
Deus.

Joanna de Ângelis por Divaldo Franco do livro:
Lições para a Felicidade

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- Para seguirmos corretamente o espiritismo, devemos submeter todas as mensagens mediúnicas ao crivo duplo de Kardec, sendo eles,  a razão e a universalidade.

- Cisão para estudo de acordo com o Art. 46 da Lei de Direitos Autorais - Lei 9610/98 LDA - Lei nº 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Perfeição versus perfeccionismo

Perfeição versus perfeccionismo

Hammed


“... E se vós não saudardes senão vossos irmãos, que fazeis nisso mais que os outros? Os pagãos não o fazem também? Sede pois, vós outros, perfeitos, como vosso Pai Celestial é perfeito...” ( O Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. 17 / item 1.)
As tendências ao perfeccionismo têm raízes profundas e escondidas revelando, às vezes, um grande medo indefinido e oculto. A diferença principal entre um indivíduo saudável e o perfeccionista é que o primeiro controla sua própria vida, enquanto o segundo é controlado sistematicamente por sua compulsão pertinaz.

Trazemos como somatório de múltiplas existências crenças negativas de que nosso valor é medido por nossos desempenhos bem-sucedidos e que os erros nos rebaixariam o merecimento como pessoa. Daí as emoções desconexas de medo, de desagrado e de punição. Como exemplo, pensamos inconscientemente que, se formos imperfeitos e falhos, as pessoas não vão mais confiar em nós, ou jamais teremos sucesso na vida. O transtorno dos perfeccionistas é não se aceitarem como espíritos falíveis, não aceitando também os outros nessa mesma condição, tentando assim agradar a todos e lhes corresponder às expectativas.

Às vezes os perfeccionistas podem até pensar, mas não admitem: “se eu fracassar, vão me criticar”; em outras ocasiões, insistem em dizer que “não pensam assim”, demonstrando, porém, o contrário, pois ficam profundamente descontrolados quando cometem algum erro.

Certas fixações pelo desempenho perfeito são necessidades de aprovação e carinho que nasceram durante a infância: “Se você não fizer tudo certinho, a mamãe e o papai não vão gostar mais de você”. São vozes do passado que ecoam até hoje nas mentes perfeccionistas.

Esses distúrbios de comportamento levam, em muitas situações, os indivíduos a uma lentidão superlativa para fazer as coisas. Querem fazer tudo com tantos detalhes e precisão que nunca acabam o que estão fazendo.

Outros são conhecidos pelo nome de proteladores, ou seja, adiam sistematicamente a ação, por temer um desempenho imperfeito. Por exemplo, se começam a apontar um lápis, levam o objeto à destruição em alguns minutos, pela busca milimétrica da perfeição. Outros sintomas ou sinais mais comuns: certas pessoas são obcecadas em dispor as coisas simetricamente, de modo que não fiquem um centímetro fora do lugar. Quanto mais verificam, mais querem checar e mais têm dúvidas.

Os perfeccionistas necessitam ser impecáveis, respondem a todas as perguntas, mesmo àquelas que não sabem corretamente. Por possuírem desordens psíquicas, buscam incessantemente controlar a ordem exterior, vigiando os comportamentos alheios como verdadeiros juízes da moral e dos costumes.

Por não admitirmos o erro e por não percebermos que o único fracasso legítimo é aquele com o qual nada aprendemos, é que os conceitos de perfeição doentia perturbam constantemente nossa zona mental. Por isso, o erro não deve ser considerado como perda definitiva, mas apenas uma experiência de aprendizagem.

“Sede pois, vós outros, perfeitos, como vosso Pai Celestial é perfeito” - disse-nos Jesus Cristo. Entretanto, não nos conclama com essa assertiva para que tomemos “ares” de perfeição presunçosa, e sim que nos esforcemos para um crescimento gradual no processo da vida, que nos dará oportunamente habilidades cada vez maiores e melhores.

Somos todos convocados pelo Mestre ao exercício do aperfeiçoamento, mas contemos com o tempo e a prática como fatores essenciais, esquecendo a perfeição doentia, atrelada a uma “determinação martirizante e desgastante”, que nos faz despender enorme carga energética para manter uma aparência irrepreensível.

Repensemos o texto cristão, refletindo se estamos buscando o crescimento rumo à perfeição, ou se estamos simulando possuir uma santidade que não suporta sequer o toque da menor contrariedade.

Hammed por Francisco do Espírito Santo Neto
do livro: Renovando Atitudes

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Iniciação Mediúnica

Iniciação Mediúnica

Emmanuel


ASSINALAS contigo o fenômeno mediúnico e, ante as emoções diferentes que te invadem o mundo íntimo, muitas vezes, experimentas a perturbação e a dor.

Em vista disso, rogas orientação e socorro.

Todavia, se pretendes o equilíbrio e a segurança, antes de tudo, solicita à Divina Providência te auxilie a policiar a própria mente, sustentando-a no bem a teu próprio favor. Em seguida, trabalha na extensão deste mesmo bem, quanto estiver ao teu alcance, porque todos os processos de obsessão, quase sempre nascidos de força mediúnica inconsciente, crescem na medida das horas inúteis.

Assim sendo, ainda mesmo com sacrifício, cumpre teus deveres no lar ou no círculo de trabalho em que o Senhor te situou a existência, empregando o cérebro e o coração naquilo que possas realizar de melhor.

E, além das obrigações naturais que te enriquecem a vida, refugia-te no estudo nobre e na caridade incansável, alavancas seguras de tua libertação.

O livro edificante opera o saneamento da alma. Os valores da simpatia angariar-te-ão bênçãos da Espiritualidade Superior.

Não basta desenvolver a mediunidade que trazes latente.

É indispensável te aprimores, através do trabalho e da prece, com base na fraternidade e na cultura da inteligência, para que te faças intérprete do Cristo com que o Cristo possa contar.

Pede ao Mestre Divino te conceda serviço e entendimento, para que eduques a ti próprio, enfileirando-te entre os servidores leais que O dignificam.

Não vale apenas guardar o título. É imprescindível a nossa expansão no discernimento e no mérito, na compreensão e na bondade, com utilidade para os outros e aperfeiçoamento de nós mesmos, que nos habilitem a ser devotados artífices do Amor e fiéis mensageiros da Luz.

Emmanuel por Chico Xavier do livro:
Escultores de Almas

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Porque falamos

Porque falamos

Miramez


A língua tem lugar de destaque no contexto educativo das criaturas, não obstante, anseia por disciplina para ser instrumento de Deus na boca humana. Os seus movimentos, por vezes invisíveis aos olhos, tomam variadas formas. Assemelha-se a perigosas lâminas, quando desconhece o respeito e o entendimento. Transforma-se em agulhas, anunciando escândalos, quando esquece os direitos dos outros. Transmuta-se em labaredas ardentes, quais lendas de dragões gigantes, quando o amor ao próximo ainda não conseguiu dominá-la. Todavia, essa mesma língua, ordenada pelo Evangelho, consegue maravilhas falando, porque foi falando que Jesus anunciou, na Terra, o Seu ministério divino. O Cristo é o educador cósmico da palavra; nós somente cooperamos com os de boa vontade, aprendendo igualmente a educar a nossa voz.

Assim como a música muda constantemente de vibrações, para sentirmos a harmonia dos sons, a palavra bem posta na boca tem inúmeras oscilações. A oscilação do verbo, quando este é portador do amor com Jesus, acorda em quem ouve, variadas gamas de sentimentos, que nos levam a maiores esperanças, e em quem fala, o prazer do dever cumprido. Mas, quem entorpece a palavra com assuntos inferiores, responde pelas consequências desastrosas nos corações atingidos; isso quem diz é a Autoridade Maior, em Mateus, 12:36: "Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem aos homens, dela darão conta no dia do juízo".

Se o Evangelho já vem anunciando a responsabilidade que temos na comunicação com os nossos semelhantes, é de direito humano e divino que estruturemos a nossa palavra naquele amor que é também caridade, naquela caridade que é também perdão, naquele perdão que serve como tal na fraternidade, e na fraternidade que se divide infinitamente no seio das sociedades, educando-as na existência de um só Pastor e de um só rebanho...

O "porque falamos", tema em discussão — faz-nos lembrar de muitas necessidades a que a vida nos submeteu, como tarefas espirituais, como escolas de aprendizagem. Falamos para aprimorar a fala e ajudar no entendimento das leis. Falamos para estabelecer em nós uma certa harmonia cósmica, um ritmo de vida unicelular, de grande influência no metabolismo.

Pensar e ouvir têm efeitos idênticos. Quanto mais as conversações girarem em moldes e cadências elevadas, mais bem-estar produzirão. Um palavreado destoante desafina o instrumento orgânico-espiritual e, com o tempo, quem fala e ouve com prazer palavras inferiores, terá os órgãos de fala imprestáveis para manter o agregado físico em condições de atender a missão da alma.

Palavra é vida! Muitos dos nossos companheiros, nas lides da carne, poderão esmorecer nos primeiros dias de educação da voz, pelos contrastes ou reversões da própria natureza, acostumada em ambiente de magnetismo mais ou menos denso. Toda mudança traz inquietações, para depois, com o tempo, ajustar-se com maior segurança no cerne dos objetivos.

Quando nos dispomos a fazer algo, indispensável se torna que acreditemos nele. Sem fé nada será possível. No entanto, com ela, inexiste o impossível nos nossos caminhos... Alistemo-nos na escola do Cristo de Deus e, diante do que vier para nos esmorecer, lembremo-nos de que o dever do cristão é transformar todos os obstáculos — sejam quais forem — em forças vivas para a grande vitória.

O ser humano está, por assim dizer, em uma faixa evolutiva, que quanto mais picante, maldizente e luxurioso for o assunto, mais alegria ele sente, teimando em dizer que lhe serve como terapia. Está envolvido em tamanha forma de ilusão, que perde muito tempo em debates sobre essa zona hipnótica de contradições da verdadeira moral. E, como remover essa incrustação mental de ordem negativa da consciência? Quando a autoconsciência, munida pela férrea vontade de mudar, nada consegue, resta apenas uma alternativa: a dor. Ela tirará a atenção do enfermo de todos os assuntos indesejados, e sutilmente, trar-lhe-á a verdadeira reforma do coração. Uns gastam mais tempo, outros menos, mas isso não importa.

Importa, sim, o aprimoramento que se opera por hábeis mãos espirituais. 

Falamos porque falamos, porém, se falamos bem, é porque já compreendemos o valor da palavra, como música universal da vida.

Miramez por João Nunes Maia do livro:
Horizontes da Fala

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