quinta-feira, 7 de maio de 2026

Uma carta materna

Uma carta materna

Meimei



Meu filho, se procuras a bênção da felicidade, não te esqueças de que o Reino do Céu começa em nosso próprio coração e de que o primeiro lugar onde devemos trabalhar por ele é na própria casa onde vivemos.

A alegria verdadeira nem sempre é daqueles que dominam, mas nunca se aparta das almas generosas que aprendem a espalhar o bem.

Se queres que a tranquilidade te acompanhe, busca ser útil.

Por que foges de teu pai, quando, cansado e abatido, mostra uma fisionomia preocupada?

Por que te afastas da mãezinha, quando observas o orvalho das
lágrimas em seus olhos?

Aproxima-te deles e faze-lhes sentir que tens um coração compreensivo e amoroso.

Um fio d’água transforma o deserto em oásis. Um gesto de carinho opera milagres. Quanta gente espera construir o Reino de Deus, acendendo fogueiras de entusiasmo na praça pública e esquecendo no frio da indiferença aqueles que o Céu lhes confiou! ...

Guarda a paz contigo, a fim de que a possas distribuir.

Entre as paredes do lar, Deus situou a nossa primeira escola.

Se não sabemos exercer a tolerância e a bondade com cinco ou dez pessoas, que esperam pelo nosso entendimento e pelo nosso auxílio, debalde ensinaremos o caminho do bem-estar para os outros.

O primeiro degrau do Paraíso chama-se Gentileza. Aprende a ajudar para que outros te ajudem e, onde estiveres, serás sempre um valoroso operário na edificação do Reino Divino.

Meimei por Chico Xavier do livro:
Pai Nosso

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- Cisão para estudo de acordo com o Art. 46 da Lei de Direitos Autorais - Lei 9610/98 LDA - Lei nº 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998.


Razões Espirituais

Razões Espirituais

Jorge Andréa dos Santos



As dificuldades atuais da sociedade humana estão, em sua maioria, coligadas aos desentendimentos. O homem social está esquecendo da sua comunidade. É claro e lógico que devemos a esta dissociação, em grande parte, a complexidade da vida.

A técnica, como consequência da ciência, nos trouxe grande soma de informações, incrustadas no despreparado quotidiano humano. A totalidade dos seres ainda não possui condições ideais de realizar a filtragem de todas essas propostas. O despreparo humano refere-se à falta de Espiritualidade. A condição material foi eleita, na maioria das sociedades humanas, como sendo o "bom deus" das comodidades; entretanto, consideremos que as comodidades bem dosadas, atadas ao processo evolutivo, são necessárias e devem ser utilizadas.

No excesso estará o desequilíbrio pelo hipertrófico processo do egoísmo. A avidez de riqueza e poder vedou a percepção dos reais horizontes humanos.

Os que abraçaram o Espiritualismo através das suas respectivas conotações religiosas, perceberam os efeitos desse desequilíbrio, na sociedade dos homens, pelos excessos do tão decantado materialismo. De logo, compreenderam a importância da espiritualização do ser humano, a fim de equilibrar, no fiel da balança, as oscilações das razões espirituais e materiais no mecanismo da vida.

Nos dias de hoje, devemos entender o Espiritualismo como um dos pilares construtivos do psiquismo humano e, como tal, razão inconteste da Evolução. Falemos de um Espiritualismo atuante, raciocinado, experienciado, tal como se dá com a Doutrina Espírita, na qual seus estudos desenvolveram e demonstraram a autenticidade sobre a imortalidade e o fio infinito da Evolução. A Doutrina Espírita nos trouxe essas proposições calcadas nas comunicações entre vivos e mortos-vivos, no processo reencarnatório (palingênese) e na presença de uma Grande Lei a ordenar e comandar todos os parâmetros da vida - Deus!

Na conduta da vida, o homem, em sociedade, deve compreender o seu procedimento para com todos aqueles que lhe cercam e com quem convive; porém a sua grande obediência é para com a Verdade que carrega na intimidade do Espírito.

Quem vislumbrou essa Verdade, como impulso de universalidade, sente nos pensamentos o caminho a seguir, sejam quais forem os fatores do meio e as influências a que está sendo submetido.

A Doutrina Espírita, com seu atuante dinamismo, oferece as condições ideais para a conduta humana. Bem claro que o conhecimento, a leitura de suas premissas e conselhos dirigidos à natureza humana não conseguem, de logo, neutralizar os impulsos que o indivíduo carrega em seus potenciais psíquicos milenares.

Devemos compreender que o processo espiritual é lento por necessitar de ser vivenciado. Não podemos, de uma hora para outra, modificar os impulsos arquetípicos que carregamos com a nossa imortalidade. Somente o trabalho constante, baseado numa ética vigorosa, sadia e sem repressões psicológicas, conseguirá, a pouco e pouco, burilar o impulso anímico ainda deficiente da natureza humana. Somente uma fé raciocinada, de profundidade, fazendo parte da intimidade humana, será capaz de reduzir a cinzas os inquietos pensamentos da estreita exterioridade de seitas e filosofias dogmáticas que atentem contra a inteligência humana.

As grandes descobertas científicas no planeta, apesar de concorrerem nas benesses do humanismo favorecendo a civilização, também propiciaram meios fabulosos de destruição da vida; de um lado, houve crescimento de altruísmo; do outro, revigoração do egoísmo e da perversidade.

O homem moderno está na fase da compreensão e redução de seu crônico analfabetismo. O Movimento Espírita nos tem oferecido grande soma de valores no sentido do esclarecimento e da compreensão da vida, sem propiciar movimentos e reações contra religiões. Isto porque, o Espiritismo não é considerado uma religião a mais, embora existindo em seu cerne normas que convidam os homens a terem uma proposta religiosa.

Certos movimentos espiritistas, em seus anseios de unificação, têm propiciado alguns atritos que convêm esclarecidos.

Os mais afoitos e com imensa vontade de pôr ordem naquilo que ajuízam errado, oferecem falhos sistemas de união por entenderem que essa união deva ser uma aceitação tácita das propostas que apresentam; isto é, desejam a anexação de organizações, maiores ou menores, a fim de "avaliar" seus pupilos, dentro de normas adrede preparadas, impondo regulamentos e condutas bem específicas. Geralmente o fazem em nome da salvação doutrinária.

A união, pela natural e compreensível divergência evolutiva da natureza humana, só poderá dar-se na essência do pensamento espiritual de uma Verdade íntima. A união é de pensamentos afins, jamais se realizará através de exigências superficiais, como imposições de certas premissas e estatutos bitolados; jamais haverá entendimento pela imposição de normas exteriores, em estreitos mecanismos.

As diversas Organizações devem trabalhar de acordo com suas próprias possibilidades, esparzindo propostas dentro de seus princípios harmônicos. Bem claro que os iniciantes necessitarão de orientação e não de imposições determinativas e envolventes. Os grupos com destoantes propostas cairão por si mesmos, não possuirão lastro suficiente para avançar em busca da Verdade; isto não deve preocupar os supostos líderes desejosos da pureza doutrinária que, com essa bandeira, desejam afirmações exclusivistas.

Os que se propõem ao comando e exigem satélites obedientes (com raciocínio mascarado) em torno de suas ideias, sem acatar a proposição e o modo de atuação de seus supostos filiados, jamais estarão realizando unificação, mas criando dissensões. As vozes desses supostos líderes se vão enfraquecendo pelas propostas periféricas, únicas que entendem; não possuem as condições de mergulharem na Grande Verdade. Repetimos: a união se fará em profundidade no encontro de ideias sadias. É como se a maioria estivesse atuando na periferia de uma circunferência, mesmo em posições antípodas (divergência de trabalho), buscando, por maturação de ideias, o centro onde se encontra a Verdade de todos. Neste cadinho central o pensamento é uno, a fé potente, a Verdade precisa e ninguém se desentenderá.

O bom senso nos diz que marchamos para a Unidade. Não nos referimos a uma unidade de casas com os poderes de um comando único, mas à Unidade de pensamentos, com direções várias, procurando entender os que possuem capacidade de liderança e os que, ainda aflitos, se encontram a meio caminho necessitando mais de amparo do que de normas.

Toda união deve ser simples e natural, englobada em fé raciocinada e sem complicações. Muito adorno é falta de substância; riqueza em detalhes periféricos é anemia na idéia central. O convite que o momento atual humano nos faz é o de unirmo-nos. Unificação de pessoas, nas propostas de pensamentos universais, serão realidade sem servilismo ou falsa humildade. Coragem de saber unir e desmascarar qualquer comando interesseiro.

A Doutrina Espírita com a sua dinâmica de universalidade está aparelhada, no momento atual da humanidade, a exercer o seu grande papel. Ao homem de hoje não cabe a imposição de normas religiosas, mas a amostragem de pensamentos éticos de consequências filosóficas e científicas que, bem compreendidos representariam, em última análise, uma conotação religiosa de escolha pessoal.

Muitos serão os caminhos para alcançar o estofo da Doutrina Espírita, com maiores ou menores alegrias, com preocupações e mesmo em variadas dificuldades; mas para nos integrarmos na essência do Espiritismo não haverá necessidade de comando periférico e limitado a ditar normas e condutas; cada qual sera responsável por suas atitudes no grau evolutivo em que se encontra. A codificação kardequiana será sempre roteiro seguro.

O espírita não se faz em aparências externas. No caudal de seus pensamentos haverá, quase sempre, necessidade de uma tempestade e tormento da alma, a fim de poder penetrar na essência da vida. No trato da vida, o conhecimento, sendo fator da maior importância, necessita de um grande sustentáculo — colocar o "coração" na essência fenomênica. Se ficarmos somente na superfície, atendendo aos falsos líderes, por melhor que pareçam as razões técnicas e os processos intelectuais, jamais teremos a quietude dos que visualizaram as auroras dos caminhos evolutivos.

Jorge Andréa dos Santos do livro:
Lastro Espiritual nos Fatos Científicos

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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Diagnose e tratamento

Diagnose e tratamento

Vianna de Carvalho



A simples diagnose dos males sociais que afligem o homem tecnológico de forma alguma contribui para a modificação das paisagens morais, vigentes no mundo hodierno.

Sem dúvida a identificação das causas matrizes dos problemas significa um passo algo valioso na identificação consciente do sofrimento. Sem embargo, as discussões demoradas, para se aplicarem os métodos sanadores das dificuldades, permitem que se agravem as ulcerações que se generalizam, em avalanche epidêmica a fazer-se calamitosa.

Na solução de tais dramas têm falhado as técnicas mais diversas, na razão direta em que o homem social se recusa entregar-se com afã à tarefa da solidariedade fraternal.

Nas suas bases e aplicações, o Cristianismo é a Doutrina social por excelência, porque toda estatuída nas leis do amor a Deus e ao próximo, como condição precípua para a identificação do discípulo com as lições do Mestre Insuperável.

Transformado pelos homens em arma de poder pessoal e de governança temporal, falhou na meta de libertar a criatura das conjunturas da sordidez, porque os religiosos se olvidaram da iluminação legítima do ser, em si mesmo candidato natural ao reino de Deus.

Preocupados com as massas que ficaram mantidas na ignorância dos nobres postulados do Cristo, deixaram o homem marginalizado, engendrando, pelo desequilíbrio e rebeldia os fatores causais das misérias de vário porte que ressurgiram à sua frente, como ocorreu, em função depuradora...

A aquisição tecnológica fez do homem uma máquina de utilização imediata, dominado pela ciclópica aventura de poder e de gozo em que ora se estertora, desiludido, perturbado...

As conquistas externas auxiliaram no entendimento do mundo exterior, no entanto, de forma alguma conseguiram clarificá-lo na decifração dos enigmas íntimos, alçaram-no, é certo, à grandeza transitória, mas sem as seguras bases das realizações interiores.

Afeiçoando-se à Ciência, num desforço consciente ou não contra a Fé, de que no passado padeceu a conjuntura afligente, desconsiderou a necessidade de uma filosofia comportamental em estatuto de ética relevante, derrapando no utilitarismo epicurista do passado em formulações novas...

A Ciência, porém, é descobridora de leis; detecta-as e interpreta-lhes o mecanismo, extraindo da sua complexidade estrutural o que pode ser convertido em prazer e comodidade.

É respeitável esse contributo, apesar de não ser o mais importante, que não consiga tornar a criatura que identifica a gama dessas mesmas leis mais humilde, mais humana. Antes, a percepção objetiva se encarregava de traduzir o em que se se devia acreditar. No entanto, a própria Ciência armou os débeis e parcos sentidos humanos com instrumentos de precisão a fim de que o homem pudesse penetrar com maior eficiência no micro e no macrocosmo, preparando-o pelas matemáticas concepcionistas, a Astronomia, a Biologia e a Física Nuclear a aventurar-se em mais audaciosos voos.

Certamente que reconhece a sua pequenez diante da majestade da vida, porém, desatento, ensoberbece-se com a mente fascinada pelas grandezas, enquanto tem os pés agrilhoados ao paul pestilento das dores em que jaz ao lado dos irmãos ali fossilizantes...

*

Indispensável uma Filosofia de estrutura espiritualista, já que as conceituações negativistas e dialéticas do século passado e da primeira metade deste traíram aqueles que nelas se apoiavam.

Lentamente se esboça uma reação da inteligência, em face da constatação da falência da matéria e graças ao conhecimento mais profundo da energia em relação às construções do mundo, em que ondas e mentes, ideias e raios constituem as legítimas realidades que, no entanto, passam despercebidas dos menos aquinhoados pela cultura e pela lucidez intelectual.

No passado, Lavoisier foi levado à guilhotina pela intolerância da política arbitrária e apaixonada; Bernardo Palissy foi encarcerado até a morte pela intolerância da Religião e recentemente, no entanto, Botsmann, pai da Mecânica Estatística, foi levado ao suicídio em face do repúdio sofrido pela decorrência da vaidade dos seus colegas de pesquisa... Receando que nada resultara dos seus incessantes esforços como contribuição à Ciência, incompreendido e malsinado, fracassou, preferindo a covarde solução autocida...

Possuía ciência mas não dispunha de uma filosofia existencial que pudesse resistir aos fracassos aparentes...

Posteriormente, Lavoisier foi reabilitado, Palissy reconsiderado e na estátua de Botsmann, como homenagem ao seu gênio, foi colocada a fórmula que abriu horizontes novos à Ciência atômica, à própria Física Nuclear...

*

O Cristianismo em sua estrutura atual ressuscitado pelo Espiritismo em feição de ciência, filosofia e religião é a terapêutica eficaz para os males sórdidos que anatematizam o homem, conclamando todos a uma tomada de posição urgente e a uma ação eficiente em prol da Humanidade, iniciando-se o movimento de urgência com o próximo que se encontre mais próximo.

Não amanhã a tarefa ou mais tarde, e sim, hoje, agora, imediatamente.

Se os recursos morais não facultam o tentame, não há como alguém se escusar, porque a transformação do mundo tem início no eu de quem se candidata a tal empresa.

Cuidar de apaziguar-se, minimizando as dificuldades e esforçando-se honestamente pela vivência dos códigos do amor, já é uma atitude comportamental renovadora que estimulará outros menos corajosos e formará uma corrente de identificação com o bem que jaz em germe em todas as criaturas, emulando cada um a experiência junto a outrem.

Qualquer esforço nesse sentido sob a meridiana luz do Cristo é de salutar e excelente resultado.

Enquanto muitos enumeram as aflições, estudam suas causas, discutem a metodologia do combate, o cristão autêntico age em nome do amor, diminuindo os efeitos maus e dando início às causas favoráveis, de que resultarão mais ditosos os dias de amanhã.

Não somente a diagnose dos males sócioeconônicomorais da Humanidade, mas ação útil, imediata em si mesma, em favor do homem-irmão que se movimenta ao lado.

Essa campanha de otimismo e ação operante é a que está faltando em favor do mundo feliz do porvir.

Vianna de Carvalho por Divaldo Franco do livro:
Sementes de Vida Eterna

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terça-feira, 5 de maio de 2026

Alegria

Alegria

José de Castro




Não olvides que o mundo é um palácio de alegria onde a Bondade do Senhor se expressa jubilosa.

O sol desce sobre o pântano em sublime exaltação de luz.

A flor endereça ao firmamento permanente mensagem de perfume.

O vento que toca a essência das árvores é um cântico de ninar...

A fonte corre sobre a areia e desliza sobre o pedregulho com a serenidade de que exerce um divino mandato; a semente vence a sombra da cova fria, convertendo-se em lavoura de esperança; e a espiga madura sofre o processo de trituração com a digna humildade de quem se vê feliz no enriquecimento da mesa...

Não te esqueças, assim, de que a alegria é o nosso dever primordial, no desempenho de todos os deveres que a vida nos assinala.

Se trabalhas, sê contente na obrigação que te engrandece e renova, para que o estímulo reine em torno de teus passos; se repousas, que o teu pensamento vibre a felicidade da alma fiel ao bem, para que a tua atmosfera mental seja ninho de bênçãos.

Se sofres, sê otimista com a esperança; se lutas, não percas a lâmpada milagrosa da fé viva que te clareia a senda para a vanguarda da luz! Se falham teus sonhos de estabilidade na Terra, usa a paciência construtiva que te reserva bênçãos maiores do amanhã que desconheces; se tudo é desequilíbrio e flagelação ao teu lado, sê feliz com a tua esperança a irradiar-se em orações silenciosas de compreensão e de amor.

Deus legou-nos a alegria por divina herança no mundo.

Trabalha, procurando-a e, hoje mesmo, o nevoeiro da amargura dissipar-se-á em teu caminho, porque pela graça do serviço de nossos semelhantes, a alegria nascerá dentro de nós mesmos, transformando-se em estrela divina a fulgurar imorredoura em nosso próprio coração.

José de Castro por Chico Xavier do livro:
Relicário de Luz

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