domingo, 8 de fevereiro de 2026

Fantasias e realidade

Fantasias e realidade

Antonio Ugarte


Periodicamente, se generalizam conceitos e informações que fascinam as criaturas, mais pela extravagância de suas propostas que por sua realidade.

Tomam corpo e, progredindo, formam correntes que disputam superioridade.

No princípio, são rechaçados, recebidos com suspeita e considerados reprováveis.

A algumas pessoas de comportamento maleável ou tendentes à fantasia, conseguem impressionar com facilidade, encontrando, nelas, defensores, adeptos fervorosos.

Com o passar do tempo, por serem muito comentadas, propagam-se, emitindo cores de verdade que se transmitem com celeridade, pese à falta de estrutura que não resiste a uma investigação séria ou porque não se sustentam em bases seguras.

Por suas características estranhas, oferecem campo a devaneios mentais, mesclando-se com ocorrências reais e convertendo-se em verdadeiro pandemônio cultural que passa, com seus argumentos confusos, a uma situação pseudocientífica.

No futuro, se apresentarão com cidadania intelectual e confundirão os indivíduos inadvertidos, não acostumados a raciocínios mais profundos.

Nem sequer os mesmos acontecimentos verdadeiros se viram livres de tais aficionados à fantasia que, sem capacidade para um exame do fato com o cuidado do rigor, tomam-no em conta, adotam-no e, com essa disposição exagerada, desvalorizam para os homens de ciência e de bom senso aquilo que lhes agradaria divulgar.

Sem discutir a legitimidade ou não dos objetos voadores não identificados – OVNIS – tal questão, muito delicada pelas circunstâncias de que se reveste, tem suscitado desprezo e constantes dúvidas, como resultado de afirmações absurdas que correm pelo mundo, produzindo histeria nas pessoas nervosas, alucinação nos indivíduos sugestionáveis e descrédito nas personalidades que investigam e esperam a comprovação mediante os fatos.

O Espiritismo, em seu aspecto de Ciência do ser imortal, sempre impõe uma conduta compatível com sua estrutura doutrinária: deixar, à investigação científica, a palavra, quando se trate de questões que lhe digam respeito de acatar essas conclusões, até que outras melhores ou mais bem fundamentadas venham substituí-las.

Não opina, exceto quando pode demonstrá-lo por meio da experiência de laboratório, ainda que este seja o mediúnico.

De outra forma, o Espiritismo não tem pressa para incorporar em seu campo de informações, novidades ou incoerências que possam ser consideradas complementos ou desdobramentos de suas teses, ou bem, atualização de seus ensinamentos, em forma de conivência com tudo o que necessita comprovação e resistência ao tempo em suas conquistas contínuas.

Vive-se um momento cultural na Terra, no qual, surgem e desaparecem novidades, diante do claro sol do conhecimento científico.

Mitos, ídolos e superstições, aparentemente bem estruturados, são destroçados a cada instante, no esforço que o homem realiza para equilibrar-se e sustentar-se em realidades que não lhe defraudem.

Por isto, é factível uma postura de observação tranquila por parte do adepto do Espiritismo com respeito a informações e narrações rotuladas de verdadeiras por aqueles que se apresentam como testemunhas das mesmas.

Não que se deva duvidar de todas as criaturas, mas é necessário ter um critério de avaliação razoável com respeito a tudo, sem os arroubos da emoção.

Os bólidos, as reações atmosféricas, os artefatos fabricados pelos homens aumentam, cada dia mais, em nossos espaços siderais, produzindo efeitos luminosos que dão impressões muito equivocadas a quem os veem, sem o indispensável conhecimento para analisá-los convenientemente.

É ponto definido, na Doutrina Espírita, a crença nos mundos habitados que, pouco a pouco, os astrônomos confirmam, partindo de premissas para os resultados de concepções matemáticas, e destas para os exames de radiofotografias e materiais obtidos fora da Terra, porém que Allan Kardec recebeu por intermédio das comunicações mediúnicas dos seres que afirmavam viver em outros planetas.

Certamente, em cada lugar onde a vida se apresenta, há condições que propiciam sua aparição e, por sua vez, ali se caracteriza pelos fatores que lhe dão origem. Quer dizer que, em cada mundo, a vida dispõe de requisitos próprios ao seu habitat, diferindo daqueles que são conhecidos entre os terráqueos. Além disso, quando nos referimos à vida, especialmente à inteligente, não nos comprometemos com aquela de natureza somente corporal, com as características humanas, conforme nosso padrão conhecido.

Por sua vez, tampouco nos permitimos divagações imaginativas, que facultem concepções estranhas e absurdas para preencher o vazio de nosso desconhecimento.

Aceitamos o lógico, compreendemo-lo e aguardamos a oportunidade de aprofundar em conhecimento e indagações.

Este é um comportamento razoável, filosoficamente, e científico, experimentalmente.

Que os seres de outras dimensões, de outros Orbes se comunicam com os homens, não há dúvida. Que eles já estiveram na Terra, algumas vezes, quiçá construindo algum tipo de civilização, demonstram-no os monumentos arqueológicos; os monolitos de lava vulcânica trabalhada; os sinais de substâncias radioativas em regiões onde elas não existem e que, até ali, foram levadas; os desenhos em cavernas que fazem recordar os trajes espaciais, e antigas lendas, inclusive bíblicas, “dos anjos que desceram dos céus” para conviver com as criaturas humanas...

Da mesma forma que o homem intenta descobrir se há vida inteligente em outras Esferas, partindo do princípio da evolução universal e da possibilidade de que ela exista em outros mundos, aqueles mais evoluídos já conseguiram as conquistas que, somente agora, se ensaiam na cultura e tecnologia terrestres.

Partindo destes raciocínios, não nos podemos permitir os sonhos daqueles que afirmam haver viajado, com o corpo físico, nos OVNIS; que estiveram em outros planetas e ali foram adestrados para trazer avisos e comunicações estrambóticas; que contatam com esquadrilhas que aterrissam a cada momento; que com eles mantêm comunicação mental contínua; que conhecem seres extraterrestres corporificados como homens, observando-os, estudando-os e etc...

Uma atitude de equilíbrio é sempre a posição ideal.

Nem o ceticismo prejudicial, por sistema ou por acomodação cultural, como tampouco a crença ingênua por adesão fantasiosa.

O conhecimento libera o homem da ignorância, estruturando-o emocional e psiquicamente, proporcionando-lhe valores éticos para uma existência digna.

Por isso, uma crença que não resista ao questionamento da ciência, é errônea, mantendo-se por pouco tempo, já que, por falta de fundamentos, se desmorona por si mesma.

A razão é a condutora do pensamento que se deve apoiar na ciência para conquistar e conduzir a existência humana a seu verdadeiro desiderato, sem comprometer-se com teorias absurdas e concepções fantasiosas, imaginativas.

Antonio Ugarte por Divaldo Franco do livro:
Rumo às Estrelas

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ANTONIO UGARTE: Personalidade definida e serena. Bondoso, tolerante, modesto, “foi um homem bom”. Sempre evitou deixar mostras imediatas de suas qualidades intelectuais, mas não de suas qualidades morais, pois estas se manifestava por si em cada uma de suas atuações.

Em 1º de abril de 1880, funda, junto com sua esposa Rosa Basset, a Sociedade “Congregación Fraternal para la práctica de la Caridad”, que logo se transformaria em “La Fraternidad”, nome com que, até hoje, continua. Funda a revista, com o mesmo nome: sua orientação era para a propaganda do Espiritismo e a exibição dos fenômenos que se produzia.

Muitos de seus escritos que figuravam nas revistas espíritas da época apareciam assinados com pseudônimos, sempre substituídos ou com iniciais.

Não gostava de figurar nos grandes acontecimentos que ocorreram nas etapas de fim de século e princípio deste, apesar de se saber que o organizador, o que impulsionava vontades era ele.

Inimigo da espetaculosidade, dotado da modéstia dos grandes... exemplo para quem queira buscar, na história, modelo de conduta, modelo de ação, modelo de virtudes morais.

Em 1890, lança o projeto de fundação de uma Central Espírita, conforme foi aconselhada pelo Mestre Kardec. Em fins de 1899, retoma essa ideia e consegue formar uma Comissão integrada por Ovidio Ribaudi, Rodrígues Freire, Canter, Cosme Mariño e ele.

Em 14 de junho de 1900, é fundada a CONFEDERACIÓN ESPIRITISTA ARGENTINA, sendo seu presidente, Cosme Mariño e seu 1º Vice-presidente, Antonio Ugarte.

Eleito Presidente em 10 de julho de 1904.

Eleito Presidente em 6 de janeiro de 1907.

Desencarna em 2 de abril de 1918, este OBREIRO DA VERDADE.

Teve uma filha, María Luísa, ativa colaboradora, como sua esposa.

(Dados extraídos da revista La Idea, número 313 - junho/1950 e do suplemento livro da Idea: Perfil de um arquétipo: Antonio Ugarte, autor César Bogo.)

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

Ouro além da morte

Ouro além da morte

Emmanuel


A influência do ouro não termina no pó do sepulcro, arremessando no caminho daqueles que o possuíram a faixa libertadora da luz ou o rastilho escravizante da sombra.

*

Para os pais amorosos que o despenderam na educação dos filhos, é bênção de alegria, conservando-os em paz; no entanto, para aqueles que o retiveram, em regime de avareza, envenenando a prole com a febre da ambição, é ferrete de injúria, a algemar-lhes o ser na cobiça doméstica sobre a lama do mundo.

*

Para quem o gastou, amparando a carência, é flama de beleza a indicar-lhe o roteiro para o esplendor solar; todavia, para quem o investiu no prazer vicioso é amarga lembrança, atormentando-lhe as horas.

*

Para quem o elevou ao socorro espontâneo à criança infeliz e ao doente sem lar, é prece de consolo a exaltar-lhe a esperança; entretanto, para aquele que o exigiu das mãos de viúvas e enfermos, agravando na estrada as dores alheias, transforma-se, de chofre, em pesadelo plasmando o remorso em que passa a viver.

*

Todos os bens da vida são pertences do Pai e tudo usufruímos por empréstimos de amor.

Não olvides que todos os recursos que hoje nos felicitam constituem talentos da Infinita Bondade, que nos segue, de perto, as decisões e os passos, multiplicando concessões e favores ao nosso impulso firme na direção do bem, mas cobrando-nos sempre, pelas mãos da justiça, a conta de nossos desajustes, quando no abuso pleno da proteção celeste segregamos os tesouros de Deus no azinhavre do orgulho ou nas trevas do mal.

Emmanuel por Chico Xavier do livro:
Trevo de ideias

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Progresso pela reencarnação

Progresso pela reencarnação

Joanna de Ângelis



"A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do Universo. Deus, porém, na Sua. sabedoria, quis que nessa mesma ação eles encontrassem um meio de progredir e de se aproximar d´Ele. Deste modo, por uma admirável lei da Providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na Natureza." (Comentários de Allan Kardec à resposta da questão nº 132 de O Livro dos Espíritos)
A reencarnação é lei universal para o progresso.

Variando de um para outro mundo, assim como de um para outro sistema, todos os Espíritos passam pelo crivo da reencarnação, a fim de se aproximarem de Deus e fruírem da plenitude que lhes está reservada desde o momento da sua criação. Mediante o crisol da matéria, que proporciona a lapidação da ganga que oculta o esplendor de que se constitui, o Espírito experimenta o sofrimento do mergulho na forma somática, propiciando-se a sublimação paulatina e inevitável.

A princípio, obedecendo ao automatismo das leis, sem ter consciência do que ocorre, vai adquirindo a lucidez que lhe permite opções granjeadoras dos títulos de enobrecimento que irão funcionar como verdadeira diretriz de segurança para o êxito.

A reencarnação sempre constitui um grande desafio, cuja magnitude somente pode ser avaliada pelos resultados de que se reveste.

Obedecendo ao estatuto da evolução, o Espírito jamais regride, porquanto a cada conquista lograda mais facilmente se liberta das faixas mais primárias em que se encontrava, assim conseguindo o constante crescimento interior.

Mesmo quando se equivoca e se compromete, tendo necessidade de retornar em cárceres orgânicos ou mentais, em face das limitações que lhe são impostas como indispensáveis à reparação, qual ocorre nos processos expiatórios, o patrimônio de que dispõe continua arquivado para ressurgir logo seja concluída a etapa mais dolorosa.

Perfeitamente compatível com a Divina Justiça, que a todos concede os mesmos direitos e deveres, permitindo que cada qual ascenda com a rapidez ou a lentidão que o livre-arbítrio lhe faculte, é verdadeiro curso de entendimento e de aquisição dos tesouros imortais, que não podem ficar à margem pelo infinito do tempo.

Experiência fascinante, cada oportunidade é toda uma elevada concessão que enriquece interiormente e amplia a visão da realidade espiritual, atraindo sempre no rumo do Eterno.

Através dos contínuos mergulhos na argamassa orgânica, tanto quanto na sua consequente liberação pela morte, o Espírito aprende a valorizar cada lição de alegria, que agradece, e de sofrimento, que bendiz.

O recrudescer da luta não o desanima, por entender que os horizontes mais amplos para serem conquistados exigem experientes combatentes, que deles mais se beneficiam, ao tempo que aos demais ajudam. Sem a reencarnação a vida terrena estaria totalmente destituída de sentido psicológico e moral, tendo-se em vista as disparidades que caracterizam a massa humana e as chocantes apresentações dos seres lesados no corpo, na emoção, na mente, e desprovidos de qualquer chance para serem felizes.

*

Quando lúcido o Espírito e diante da necessidade do retorno ao corpo para nova experiência reencarnatória, grave preocupação o domina, tendo em vista os riscos a que será submetido, as provas que deverá experimentar e as expiações naturais propostas pelo sofrimento que o lapidará.

Aqueles que lhe compartem a afeição, igualmente desencarnados, envolvem-no em ternura, inspiram-no e emulam-no ao atendimento da prova, porque dela serão derivadas as alegrias do futuro.

Normalmente analisa as possibilidades de que irá dispor, os enfrentamentos que deverá encontrar, o contato com antigas vítimas e formosas afeições, as tirânicas atrações que o magnetismo da matéria faculta, os perigos que surgem a cada momento... Nada obstante, são dominados por grande empatia de esperança e viajam no rumo do corpo físico enriquecidos de expectativas felizes e abraçando inúmeros planos de realização.

Muitas vezes, porém, ao mergulhar na carne, a névoa orgânica tisna-lhe o discernimento e passa a debater-se na neblina que o envolve, comprometendo-se com antigos vícios que ainda remanescem na sua economia moral, envolvendo-se com anteriores companheiros que ainda renteiam na sombra da perversidade ou do erro, e o arrastamento das más inclinações pode pôr a perder todo o programa cuidadosamente elaborado.

É certo que jamais falta a cooperação daqueles que ficaram na Erraticidade, seus guias, amigos e benfeitores espirituais, que buscam inspirá-lo com insistência, encaminhando-lhe corações generosos e afeiçoados, a fim de o socorrer.

Noutras ocasiões, durante o sono físico, é conduzido de volta ao ninho espiritual de onde se afastou para o mister evolutivo, e ali são-lhe recordados os compromissos assumidos, reavaliadas as tarefas a desenvolver, definidos os futuros empreendimentos.

Se procede de região feliz, é-lhe habitual a melancolia que decorre da saudade do ambiente ameno e ditoso onde se encontrava e da aspereza do que agora tem pela frente. Mas essa mesma saudade, que não se pode converter em angústia, é-lhe emulação para mais fácil desincumbência das tarefas que deverá realizar, abreviando o curso carnal que logo lhe concederá a liberdade anelada.

Assim, da mesma forma que a desencarnação constitui um momento grave na trajetória do ser, a reencarnação igualmente se lhe apresenta como uma porfia de grande responsabilidade cujas consequências irão alterar o seu destino.

*

Nenhum Espírito jamais se pode eximir à reencarnação, por cujo processo, e somente por ele, alcançará a felicidade.

Os Espíritos puros e angélicos de hoje passaram também pela fieira das provas, conquistaram a excelência de que desfrutam, sem que tenham recebido como privilégio uma vida de exceção.

Por mais difícil se apresente a estrada a percorrer, durante a reencarnação, mesmo que assinalada por abrolhos e dores, solidão e desar, o mestre sofrimento estará realizando a parte que lhe compete desenvolver para que rutile a luz interna de Deus que jaz no ser em evolução.

Joanna de Ângelis por Divaldo Franco do livro:
Lições para a Felicidade

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Servindo sempre

Servindo sempre

Emmanuel


Na seara da verdade, todos somos chamados a semear. Semear amor e luz que transbordem nas colheitas de progresso e elevação.

Semeiam todos aqueles que se fazem guardiães da justiça e da cultura, da prosperidade e da influência, assegurando a proteção da vida comunitária. E semeiam todos aqueles outros que manejam o buril da palavra ou as letras do alfabeto, a energia do braço ou a força do coração, sulcando o campo da vida e adubando-lhe os recursos para que a plantação do Mundo Melhor se arroje do presente ao porvir, de geração a geração.

Onde o Senhor te colocou, nunca te esqueças de que a fidelidade aos teus próprios encargos é a limpidez de tua fé e a razão de tua própria vida.

O servidor se qualifica no préstimo da ação que executa. Sai, pois, de ti mesmo, na prodigiosa repetição do dia-a-dia e atende à tarefa que te cumpre, sem que se turbe o teu ânimo, ante a ventania das opiniões contraditórias, e sem que o calor da esperança se esfrie no teu espírito, perante o inseto daninho ou o escalracho destruidor.

Age e segue.

Se a garoa da indiferença te procura imobilizar os movimentos, lembra-te do sol que não falta a ninguém, nos mecanismos da pontualidade, e, quando apareça o aguaceiro das provas, encharcando-te a moradia, reflete nas espigas que virão.

Nas bases da consciência tranquila, cede de ti mesmo o melhor que possas, como possas e tanto quanto possas no auxílio a todos.

Em verdade, o tempo altera todas as construções exteriores da vida, mas conserva, intocável, com dividendos crescentes e incessantes, todo e qualquer investimento de amor.

Mobiliza os talentos que o Senhor te confiou, faze os depósitos de compreensão e bondade, paz e bênção que te sejam possíveis, e caminha para diante, trabalhando e servindo sempre.

Sobretudo, nunca te creias incapaz, nem te afirmes inútil. Um dia, certo pequeno feixe de materiais considerados inferiores aceitou as disciplinas de exigente artesão que lhe cortou as arestas, imprimindo-lhe nova forma, e, desde então, o mundo conhece a tomada que, em se sujeitando aos preceitos da usina, se converte em mensageira de luz.

Emmanuel por Chico Xavier do livro:
Amanhece

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