terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Técnicas infelizes

Técnicas infelizes

Marco Prisco


"... A vossa tristeza se tornará em alegria.” - (João 16:20.)

Um olhar agressivo.

Um gesto intempestivo.

A palavra contundente.

O verbete irônico.

A censura pertinaz. 

A conversa leviana.

A indiferença proposital. 

O descaso programado.

A expressão de subestima. 

A atitude autossuficiente.

O reproche sistemático. 

A desatenção ostensiva.

Quando você está de mal consigo mesmo, permite que essas penosas ocorrências o façam antipático.

Muitas inimizades podem ser evitadas se você aplicar outros métodos.

Embora contrafeito interiormente não esparza mau humor.

Aquele que você agora desconsidera, quiçá defrontará amanhã em posição diferente, quando alguma necessidade estiver a visitar-lhe a vida...

Não use as técnicas que produzem animosidade.

Embora sofrido e triste, faça amigos, plantando almas para o seu jardim de bênçãos e alegrias futuras.

Marco Prisco por Divaldo Franco do livro:
Momentos de Decisão

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Declaração de Origem

- As mensagens, textos, fotos e vídeos estão todos disponíveis na internet.
- As postagens dão indicação de origem e autoria. 
- As imagens contidas no site são apenas ilustrativas e não fazem parte das mensagens e dos livros. 
- As frases de personalidades incluídas em alguns textos não fazem parte das publicações, são apenas ilustrativas e incluídas por fazer parte do contexto da mensagem.
- As palavras mais difíceis ou nomes em cor azul em meio ao texto, quando acessados, abrem janela com o seu significado ou breve biografia da pessoa.
- Toda atividade do blog é gratuita e sem fins lucrativos. 
- Se você gostou da mensagem e tem possibilidade, adquira o livro ou presenteie alguém, muitas obras beneficentes são mantidas com estes livros.

- Para seguirmos corretamente o espiritismo, devemos submeter todas as mensagens mediúnicas ao crivo duplo de Kardec, sendo eles,  a razão e a universalidade.

- Cisão para estudo de acordo com o Art. 46 da Lei de Direitos Autorais - Lei 9610 /98 LDA - Lei nº 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998.


segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Em livros espíritas

Em livros espíritas

Hilário Silva



— Quero dois mil cruzeiros em livros espíritas!

Era uma jovem senhora no balcão, a fazer o pedido.

Mas o gerente da casa solicitou:

— Faça, por obséquio, a relação.

— Não há necessidade — afirmou a dama —, escolha os melhores e mande ao Dr. Anísio Fortes.

E forneceu o endereço exato.

O chefe do serviço, porém, coçou a cabeça, encabulado.

Aquela moça sorridente a fazer uma compra significativa, assim desacompanhada... A indicação do nome de um médico que ele sabia materialista, embora respeitável...

Não desejava criar um caso entre a instituição que a livraria representava e o clínico referido.

— A senhora está credenciada por ele para fazer a compra?

A cliente sorriu, compreendendo a dificuldade, e, rogando ao diretor de vendas um minuto de atenção, explicou:

— Bem, o senhor não me conhece e devo esclarecer a questão, em meu próprio benefício.

Esboçou na face a expressão silenciosa de quem ouve a própria consciência e continuou:

— Narrando os próprios erros, atendemos à profilaxia necessária contra as nossas imperfeições. Imagine o senhor que, há precisamente quatro anos, cometi falta grave.

Recém-casada, vi meu esposo adoecer sem recursos. Não tendo o apoio de qualquer parente que me pudesse prestar auxílio, aceitei a única oportunidade que me apresentavam, a de zelar pelo asseio no gabinete do Dr. Fortes. Encerar, porém, duas salas e limpar instrumentos e vidros, móveis e vasos asseguravam-me ninharia... O ordenado dava mal para alguns sanduíches. Minha luta crescia. Penhorei o que pude.

Mesmo assim, os débitos aumentavam. Apareceu, entretanto, a grande oportunidade.

Amigos de meu esposo lembraram-me o nome numa prova de habilitação para atendente.

Poderia ingressar, assim, no Serviço Público. Contudo, a preparação de papéis requeria dinheiro. A aquisição de traje novo requeria dinheiro. Vivia na expectativa inquietante, quando, de caminho para o trabalho, encontrei precioso vaso quebrado, sob elegante janela. Fina porcelana estilhaçada. E veio-me ideia estranha. Por que não aproveitar?

Juntei fragmento a fragmento, recompus a peça o quanto me foi possível, adquiri papel fino, adequado a presentes e fiz pequenino volume de bela aparência. Apressei o passo e cheguei mais cedo. Fiz todo o serviço que me competia e, postando-me atrás da porta com o presente numa das mãos, esperei que o Dr. Fortes viesse. Eu sabia que ele chegava de repente, varando a porta à feição de vento tempestuoso. Aconteceu o que previa. O Dr. Fortes empurrou a porta de vaivém com força, e zás!... O embrulho rolou no piso e os cacos com grande ruído deram a impressão perfeita de que a preciosidade se perdera naquela hora. Meu jogo fora certo. O bondoso amigo, cavalheiro corretíssimo, fitou-me consternado...

Como a voz da interlocutora se fizera hesitante, o gerente indagou, interessado:

— E o resto?

— Ante as perguntas do médico, que se supunha responsável pelo desastre, menti que se tratava de uma lembrança que meu marido e eu havíamos adquirido a custos para ofertar a minha irmã, prestes a casar-se... O Dr. Fortes consultou os remanescentes da peça e, homem muito experimentado, avaliou-a pelo justo valor. “Não quero que a senhora tenha qualquer prejuízo” — disse, pesaroso. E, de imediato, sacou do bolso dois mil cruzeiros, entregando-nos a título de indenização, pedindo desculpas. Embora desconcertada, recebi o dinheiro e utilizei-o nas providências que desejava. Concorri ao cargo e consegui nomeação para trabalhar num instituto assistencial. Abandonei minhas antigas atividades. Conquistei salário digno. Depois de algum tempo, buscando auxílio moral na Doutrina Espírita em benefício de meu esposo, tornei-me espírita, igualmente, e compreendi meu erro grave, percebendo que me fiz ladra, através do que podemos chamar uma “falta perfeita”. Procurei, então, o Dr. Fortes e confessei-lhe o meu gesto infeliz. Ele ouviu-me, com simpatia e respeito, mas não concordou com a devolução do dinheiro. Abraçou-me, benevolente, e apenas pediu que eu lhe desse um livro do nosso movimento, à guisa de amostra, desejando conhecer os princípios que me revolviam, assim, o fundo da consciência...

O gerente da livraria, ao vê-la terminar a história, estendeu-lhe a mão, cumprimentando-a e falou, comovido:

— Minha irmã, seu exemplo me obriga a pensar...

A dama pagou a importância fixada, e, quando voltou à livraria, três dias depois, para recolher o certificado de que o médico havia recebido a encomenda, encontrou o gerente, atarefado, preparando um fardo de livros.

— Está vendo? Disse ele à recém-chegada — hoje faço igualmente o meu pacote com mil e duzentos cruzeiros, em livros da nossa Causa, para oferecer a um amigo...

— Como assim? — perguntou a visitante, evidentemente intrigada.

O gerente, contudo, apenas sorriu e falou, entre satisfeito e hesitante:

— Eu também tenho um caso...


Hilário Silva
 do livro:
Almas em Desfile de Chico Xavier / Waldo Vieira
Hilário Silva é o pseudônimo de um estudioso e aplicado Espírito por intermédio do Espírito André Luiz, de quem foi parceiro de trabalho e estudo para assistência aos irmãos habitantes das regiões umbralinas. Desde o início de sua participação na divulgação do ideal espírita, Hilário Silva compreendeu a necessidade de renovação que a popularização da Doutrina demanda, exige novas formas de pensamento para apresentar e ensinar os caminhos para transformação justa da vida. Autor de diversas obras ditadas a partir do mundo espiritual, como Almas em Desfile e A Vida Escreve, editadas pela FEB.
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domingo, 11 de janeiro de 2026

Coragem

Coragem

Joanna de Ângelis



A coragem real é o esforço moral desenvolvido pelo ser humano para libertar-se da autoimagem que se credita superior à das demais pessoas do seu círculo social. Quase sempre a coragem está associada à intemperança e à agressividade nos atos, por cujos meios o indivíduo resvala na precipitação, incapaz de conter os ímpetos de violência que o aturdem.

Toda vez em que se atira no torvelinho ameaçador ou nas lutas tirânicas com ambições desmedidas, ameaçando a estabilidade vigente, parece demonstrar uma grande colagem, no entanto, irresponsável, o gesto não passa de desequilíbrio de comportamento e de desarmonia da emoção.

A coragem dá forças para que sejam suportadas as provações mediante a conduta de misericórdia, munindo-se de cautela, a fim de que o tormento íntimo não se exteriorize de maneira destrutiva...

A coragem atua com serena confiança nas próprias resistências, não se expondo indevidamente, nem se permitindo os sentimentos inferiores da raiva, do ressentimento, do ódio, no momento da ação.

Muitos impulsos de violência respondem por desequilíbrios na
área da emoção, indevidamente considerados como manifestações de coragem ante as ameaças que nem sempre se convertem em realidade.

A autodisciplina consegue desenvolver os tesouros morais que enriquecem o ser durante a sua vilegiatura terrestre, ampliando-lhe a capacidade para resolver os problemas existenciais em clima de paz.

O Espírito possui, na sua estrutura moral, os recursos que exterioriza através da maquinaria orgânica.

A coragem é conquista conseguida na sucessão das experiências evolutivas, após o trânsito entre dificuldades e sofrimentos inevitáveis, mediante os quais se adquirem resistência para os enfrentamentos e confiança nos resultados superiores que constituem a meta existencial.

Não são poucos aqueles que se detêm diante dos obstáculos que testam a capacidade do empreendimento moral e da lucidez intelectual, que surgem para ser vencidos.

Cada vitória que se logra faculta novo passo mais audacioso na direção de outros níveis a serem conquistados.

A coragem é a força moral dos pobres de haveres transitórios e o instrumento de perseverança, quando as circunstâncias apresentam-se desfavoráveis.

O mártir da fé, o sacrificado na investigação cultural ou científica, o lutador do idealismo, o entusiasmo do apóstolo e a perseverança do artista ou do sábio, são expressões da coragem que os anima na permanência da busca dos objetivos que os emulam ao avanço.

As perseguições de qualquer tipo não os atemorizam, as calúnias não os molestam, as adversidades não os enfraquecem…

Robustecem-se com o alimento da convicção íntima de que se encontram possuídos, e, por tal razão, não desfalecem, não alteram o rumo, não diminuem a intensidade do esforço.

A coragem moral é-lhes o sustento de todas as horas.

Expressa-se, de início, em autoavaliação de possibilidades de que dispõem, despindo-se dos adornos insensatos que escondem as debilidades espirituais e os desconsertos morais.

A coragem irradia força especial de tranquilidade que impulsiona sempre para o avanço sem detença.

É necessário coragem para ser autêntico.

*

A coragem, para alcançar os objetivos edificantes, enfrenta inimigos próximos e distantes, disfarçados em atitudes incorretas, que parecem compatíveis, tornando-se mecanismos conflitivos e perturbadores.

Quando ama, por exemplo, na sua desenvoltura emocional e na
necessidade de intercâmbio afetivo, pode resvalar para o apego, que se transforma em paixão asselvajada.

Têm origem, então, os sentimentos controvertidos de posse e de desejo, que asfixiam os belos ideais de convivência e de fraternidade.

O apego transforma-se em tormento, abrindo espaço para a instalação do ciúme e do ressentimento na afeição, em razão do medo da perda que é inevitável, considerando-se a transitoriedade de todos os fenômenos físicos.

O inimigo distante pode tomar a aparência de indiferença, opondo-se ao apego, que tem a possibilidade de converter-se em morbidez, em distanciamento, em desinteresse pelo próximo e suas lutas.

Em consequência das contínuas dificuldades e dos tenazes sofrimentos naturais que decorrem da altivez moral, mediante mecanismo de autodefesa, o indivíduo assume uma postura emocional fria que se pode converter em expressão de crueldade. A dor de outrem já não o sensibiliza, a necessidade percebida não lhe chama a atenção, o auxílio fraterno tampouco lhe desperta o entusiasmo.

O hábito de conviver com a dor alheia e a própria, o enfrentamento contínuo com situações aflitivas, produzem-lhe uma aceitação destituída de compaixão, que imuniza a coragem e a torna insensível, retirando-lhe o sentimento de coparticipação, de solidariedade, de compaixão...

A crueldade nasce na ausência da misericórdia dinâmica e, por efeito, na anestesia da emoção.

É necessário coragem para que o indivíduo mantenha-se humano, comporte-se de maneira adequada, sofra com dignidade, chore e sorria, sem escamoteamentos, sem a máscara de uma virilidade destituída de significado psicológico, mais tormentosa que saudável.

A coragem de amar sem possuir e servir sem esperar retribuição são características da sua estrutura emocional.

O Espírito estoico demonstra sua coragem, porfiando no bem quando os outros desistem, auxiliando indiscriminadamente quando campeia o desencanto, obstinadamente fiel aos seus objetivos.

*

A coragem é honorável. Não se jacta, nem se assoberba, mantendo-se discreta até o momento em que, convocada à ação, demonstra a sua força e valor.

Jamais se entibia, porque o móvel principal das suas realizações tem caráter interior de transformação moral para melhor.

Quando se preocupa com o exterior, torna-se vítima de outro inimigo que a ronda - a impulsividade.

Nada igual à coragem de Jesus!

Ninguém que se Lhe compare!

Nela inspiraram-se os mártires e os santos, ainda hoje apoiando-se todos aqueles que aspiram.

Joanna de Ângelis por Divaldo Franco do livro:
Iluminação Interior

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sábado, 10 de janeiro de 2026

Perdoa e viverás

Perdoa e viverás

Emmanuel



Alguém te haverá ofendido, entretanto, se não perdoas a esse alguém, criarás em ti mesmo as desvantagens do ressentimento, que se te condensarão na própria alma, por determinado ponto enfermiço.

Antes de qualquer atitude contra o suposto ofensor, considera que, provavelmente, não terá ele tido qualquer intenção de ferir-te e talvez até mesmo ignore qualquer tópico alusivo ao assunto que te aborrece.

Concentrando a mágoa contigo, predisporás alma e corpo à doença e ao desequilíbrio.

Ainda que não queiras, o ressentimento por ti acalentado estenderá sombra e pesar, no ambiente em que vives, atingindo aqueles que mais amas.

Pessoa alguma consegue prever os males que surgirão nos entes queridos quando se deixam possuir pelo azedume.

Recorda que amanhã, é possível que estejas necessitando do perdão de teu imaginário ofensor, por faltas mais graves que hajas cometido em momentos de exagerada impulsividade.

Quando não seja em teu próprio favor, talvez chegue o dia, no qual as circunstâncias te aproximarão desse ou daquele desafeto, a fim de rogar apoio, a benefício de criaturas do teu próprio círculo familiar.

Lembra-te, nas crises da vida, de que o ressentimento nunca rendeu paz ou felicidade para ninguém.

O perdão liberta sempre e restaura, em qualquer tempo, as oportunidades favoráveis à nossa marcha nas trilhas da experiência, para que venhamos a descobrir o Reino de Deus que existe e palpita em nos mesmos.

Eis por que Jesus recomendou-nos a todos, através do Apóstolo:

“Perdoa não sete vezes, mas setenta vezes sete”, o que equivale a dizer:

“Perdoa e realmente viverás”.

Emmanuel por Chico Xavier do livro:
Trevo de ideias

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