domingo, 17 de maio de 2026

Triunfo a qualquer preço

Triunfo a qualquer preço

João Cleófas


Imagem gerada por IA

Momento grave o que se defronta após o compromisso assumido a respeito do intercâmbio espiritual, o de realizar o mister.

Ali desfilam os que se permitiram estigmatizar pela leviandade, sofrendo as consequências da atitude arbitrária ao equilíbrio na vida orgânica...

Mutilados da alma, apresentam, agora, as deficiências que os levaram a combalir, quando tombaram, irremissivelmente, no corpo...

Acercam-se os que supunham enganar através do pitoresco da frivolidade, todavia, foram colhidos pela consciência em despertamento, e, tardiamente, perceberam a ilusão.

Os antigos sátrapas e exploradores pedem a proteção que não dispensaram, porque na posição de mando se utilizaram da força e da impiedade, para se tornarem temidos, olvidando que a pujança da força repousa no amor e jamais o direito de usar da força pode dar amor a alguém...

Esperam a compreensão que não quiseram dispensar aqueles que buscaram uma palavra de entendimento, um gesto fraterno, um momento de compreensão para se justificarem do equivoco cometido.

A aflição e a amargura em que agora se encarceram decorrem da atitude de arrependimento que assumem no país da consciência ferida...

A grande legião dos desencarnados em agonia é uma lição que merece consideração, porquanto, eles, ao transitarem pelo corpo carnal, se permitiram asseverar de que necessitavam ver para crer, como outros ora o fazem. Não obstante, hoje, que veem e creem, ja não dispõem do ensejo de produzir com segurança porque estão nas malhas das consequências lamentáveis.

A vida são os sucessos que acontecem num como noutro plano em que se manifesta.

A tarefa do verdadeiro cristão é a do vigilante no posto do dever, no corpo ou fora dele, pois que sabe ser a caminhada evolutiva uma estrada assinalada por etapas, em que o berço e o túmulo funcionam como pontos de repouso e de atividade, impulsionando para um quanto para outro estado de consciência na busca da meta.

Se te encontras lanhado pelo sofrimento e com a alma despedaçada pela agonia, não te detenhas; busca chegar ao termo do caminho de lutas a qualquer preço.

Não importa como chegues, se nas asas sublimes da elevação pelo direto voo do espirito perfeito ou se de joelhos desconjuntados, o coração dorido e a alma em frangalhos, porém, herói das lutas vencidas.

Enquanto não te suceda a conclusão da prova, olha para trás e distende a mão em atitude de socorro aos que necessitam de ajuda, da mesma forma que para o Alto alongas as tuas, na certeza de que outros te distendam as mãos da caridade.

João Cleófas por Divaldo Franco do livro:
Sementes de Vida Eterna

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- Cisão para estudo de acordo com o Art. 46 da Lei de Direitos Autorais - Lei 9610/98 LDA - Lei nº 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998.

sábado, 16 de maio de 2026

Quem sabe...

Quem sabe...

Marco Prisco



Não se atribua a posse exclusiva da verdade.
Quem sabe discernir descobre fragmentos e expressões da sua legitimidade em toda parte.

Faça-se sincero aprendiz onde esteja, ante quem se encontre disposto a ensinar-lhe algo.
Quem sabe ouvir para compreender, aprimora os conhecimentos e dilata a percepção em torno das pessoas, das coisas e das ocorrências.

Poupe-se parecer mais do que é.
Quem sabe conhecer-se, também está informado de que há pessoas mais e menos dotadas, portanto, melhores e piores do que ele próprio.

Nunca se suponha indispensável.
Quem sabe servir, não ignora que esta produzindo sempre a beneficio de si mesmo.

Aceite a cooperação de outrem.
Quem sabe ser individualista, possui visão moral defeituosa a respeito da sua tarefa na Terra.

Elabore seus programas com antecipação.
Quem sabe ser prudente está preparado para o êxito como para o insucesso, mantendo-se tranquilo em qualquer circunstancia.

Não se faculte perder uma oportunidade de proveito superior.
Quem sabe utilizar o momento, adquire vasto patrimônio de tempo, que não se repete.

Não ocorrendo suceder o seu trabalho, conforme esperava, conserve a serenidade.
Quem sabe manter-se calmo ante o imprevisto, supera o problema e domina a situação.

Ante alguém que acusa outrem que lhe é antipático, não adicione os resíduos da sua mágoa.
Quem sabe silenciar falhas alheias, poupa-se a muitos arrependimentos.

Controle suas emoções antes que elas o desgovernem.
Quem sabe conduzir-se com equilíbrio, raramente repete com aflição as experiências.

*

Você abraça uma filosofia existencial que lhe fala da sobrevivência à morte, portanto, de que o homem, na Terra, se está preparando para prosseguir, embora noutro estado vibratório, uma vida que não cessa, não se interrompe.

Quem sabe disso deve estar preparado a todo o momento, porquanto, vivendo hoje, com elevação, amanhã prosseguirá com felicidade.

Marco Prisco por Divaldo Franco do livro:
Sementes de Vida Eterna

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sexta-feira, 15 de maio de 2026

A receita da felicidade

A receita da felicidade

Neio Lúcio


Tadeu, que era dos comentaristas mais inflamados, no culto da Boa Nova, em casa de Pedro, entusiasmara-se na reunião, relacionando os imperativos da felicidade humana e clamando contra os dominadores de Roma e contra os rabinos do Sinédrio.

Tocado de indisfarçável revolta, dissertou largamente sobre a discórdia e o sofrimento reinantes no povo, situando-lhes a causa nas deficiências políticas da época, e, depois que expendeu várias considerações preciosas, em torno do assunto, Jesus perguntou-lhe:

— Tadeu, como interpreta você a felicidade?

— Senhor, a felicidade é a paz de todos.

O Cristo estampou significativa expressão fisionômica e ponderou:

— Sim, Tadeu, isto não desconheço; entretanto, estimaria saber como se sentiria você realmente feliz.

O discípulo, com algum acanhamento, enunciou:

— Mestre, suponho que atingiria a suprema tranquilidade se pudesse alcançar a compreensão dos outros.

Desejo, para esse fim, que o próximo me não despreze as intenções nobres e puras.

Sei que erro, muitas vezes, porque sou humano; entretanto, ficaria contente se aqueles que convivem comigo me reconhecessem o sincero propósito de acertar.

Respiraria abençoado júbilo se pudesse confiar em meus semelhantes, deles recebendo a justa consideração de que me sinta credor, em face da elevação de meu ideal.

Suspiro pelo respeito de todos, para que eu possa trabalhar sem impedimentos.

Regozijar-me-ia se a maledicência me esquecesse.

Vivo na expectativa da cordialidade alheia e julgo que o mundo seria um paraíso se as pessoas da estrada comum se tratassem de acordo com o meu anseio honesto de ser acatado pelos demais.

A indiferença e a calúnia doem-me no coração.

Creio que o sarcasmo e a suspeita foram organizados pelos Espíritos das trevas, para tormento das criaturas.

A impiedade é um fel quando dirigida contra mim, a maldade é um fantasma de dor quando se põe ao meu encontro.

Em razão de tudo isso, sentir-me-ia venturoso se os meus parentes, afeiçoados e conterrâneos me buscassem, não pelo que aparento ser nas imperfeições do corpo, mas pelo conteúdo de boa-vontade que presumo conservar em minh’alma.

Acima de tudo, Senhor, estaria sumamente satisfeito se quantos peregrinam comigo me concedessem direito de experimentar livremente o meu gênero de felicidade pessoal, desde que me sinta aprovado pelo código do bem, no campo de minha consciência, sem ironias e críticas descabidas.

Resumindo, Mestre, eu queria ser compreendido, respeitado e estimado por todos, embora não seja, ainda, o modelo de perfeição que o Céu espera de mim, com o abençoado concurso da dor e do tempo.

Calou-se o apóstolo e esboçou-se, na sala singela, incontido movimento de curiosidade ante a opinião que o Cristo adotaria.

Alguns dos companheiros esperavam que o Amigo Celeste usasse o verbo em comprida dissertação, mas o Mestre fixou os olhos muito límpidos no discípulo e falou com franqueza e doçura:

— Tadeu, se você procura, então, a alegria e a felicidade do mundo inteiro, proceda para com os outros, como deseja que os outros procedam para com você. E caminhando cada homem nessa mesma norma, muito breve estenderemos na Terra as glórias do Paraíso.

Neio Lúcio por Chico Xavier do livro:
Jesus no Lar

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Declaração de Origem

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- Para seguirmos corretamente o espiritismo, devemos submeter todas as mensagens mediúnicas ao crivo duplo de Kardec, sendo eles,  a razão e a universalidade.

- Cisão para estudo de acordo com o Art. 46 da Lei de Direitos Autorais - Lei 9610/98 LDA - Lei nº 9.610 de 19 de Fevereiro de 1998.

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Auxílios invisíveis

Auxílios invisíveis

Hammed


“O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente na terra: ele dorme e acorda, de noite e de dia, mas a semente germina e cresce, sem que ele saiba como. A terra por si mesma produz fruto: primeiro a erva, depois a espiga e, por fim, a espiga cheia de grãos”. (Marcos, 4:26 a 28.)
Nem sempre conseguimos perceber com lucidez os auxílios espirituais que recebemos de Mais Alto. No entanto, nossa existência é controlada por uma Fonte Divina, perfeita e harmônica, cuja única intenção é a evolução das almas.

O que nós conhecemos não é a realidade, mas o que a nossa instrumentalidade pode perceber sobre ela. A plenitude da realidade é muito maior do que a ideia ou imagem que concebemos do mundo.

Podemos definir como “míope espiritual” aquele que toma a parte pelo todo e impõe a si e aos outros essa parte como sendo o todo.

Da mesma forma que não podemos calcular com precisão, e de modo consciente, os benefícios da respiração, da água, dos alimentos e das energias da Natureza em nossa vida orgânica, igualmente não nos damos conta dos benefícios da movimentação desencadeada pelos processos transcendentais que nos alcançam a vida íntima.

O Criador, Guardião de tudo o que existe, Artífice da máquina da vida, nos protege de forma contínua, suprindo-nos interna e externamente, quer reconheçamos, ou não, como verdadeira a Vida Providencial.

Na vida física, a criatura se desenvolve sem notar precisamente como ocorre esse fenômeno invisível em seu cosmo orgânico. 

Do mesmo modo, espiritualmente, progredimos e amadurecemos sem perceber como se processam os insights, isto é, a clareza súbita na mente, ou os saltos evolutivos promovidos no interior de todas as coisas e seres viventes.

Jesus de Nazaré se reportou a esse respeito, afirmando: “O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente na terra: ele dorme e acorda, de noite e de dia, mas a semente germina e cresce, sem que ele saiba como. A terra por si mesma produz fruto: primeiro a erva, depois a espiga e, por fim, a espiga cheia de grãos”.  (Marcos, 4:26 a 28.)

Não podemos acreditar que somos “órfãos do Universo”.

Podemos chamar Deus de Providência, uma vez que o seu pensamento é que provê o espaço cósmico; podemos também intitulá-lo de Destino, pois Ele é a Causalidade Excelsa; igualmente podemos denominá-lo de Natureza, visto que tudo nasce de seu Psiquismo Criador.

Quando cremos que os auxílios invisíveis fazem parte de nossa existência, desenvolvemos o potencial de religiosidade – encontrar Deus em nós – e saímos das nossas zonas de conforto para níveis de consciência cada vez mais amplos e elevados.

No campo da fisiologia, o termo homeostase foi criado para definir o processo autorregulador pelo qual um organismo se mantém num adequado e constante ponto de equilíbrio.

É um mecanismo de proteção ou de compensação que o corpo físico dispõe para equilibrar as diversas funções e composições químicas internas, a saber: pressão arterial, temperatura corporal, pulsação cardíaca, taxa de açúcar no sangue e outras tantas.

Tomemos como exemplo a temperatura. Uma das funções da pele é ajudar a conter qualquer disposição do corpo de ficar demasiado quente ou frio.

O principal regulador da temperatura corporal acha-se localizado no cérebro (no hipotálamo). Ele possui termostatos para registrar a elevação e a queda da temperatura.

Ao menor sinal de excesso de calor, acelera-se a circulação do sangue na pele, e o calor dos órgãos internos se transporta para os pequenos vasos sanguíneos, abaixo da pele, ali se desfazendo.

O mesmo termostato estimula a atividade das glândulas sebáceas localizadas no fundo do tecido subcutâneo. O suor secretado pelas glândulas sudoríparas é destilado pelos poros através da transpiração, evaporando-se ao contato com o ar exterior, e isso proporciona um resfriamento eficaz.

Podemos traçar um paralelo entre o princípio da homeostase existente no organismo humano com o processo autorregulador atuante na estrutura da psique.

No inconsciente, o Self, arquétipo central que tem a função de unificar, reconciliar e reequilibrar todo o governo psíquico, mantém, de modo semelhante, uma sabedoria instintiva que pode corrigir desacertos e excessos da consciência, equilibrando-a e protegendo-a dos perigos da alienação.

Como psicólogo e psiquiatra, Jung foi quem melhor soube entender e respeitar a providencialidade do auxílio invisível que a tudo apoia e equilibra.

Jung colocou no centro de todo processo psicoterápico o princípio do “poder atuante e autônomo do inconsciente”. Em virtude disso, entendemos que a autêntica psicoterapia nada mais é do que “saber escutar e acompanhar” o outro, com ouvido empático, interpretando as manifestações e possibilidades oferecidas pelo poder criativo e atuante do próprio inconsciente.

Fazendo uma analogia da teoria do “poder criativo e autônomo do inconsciente” com os nossos conceitos, poderíamos interpretá-lo como “a onipresença e a onipotência de Deus em nós”.

Com muita propriedade disse Cristo Jesus: “Em verdade vos digo: se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a esta montanha: transporta-te daqui para lá, e ela se transportará, e nada vos será impossível”. (Mateus, 17:20)

A fé de que se fala aqui é a entrega incondicional aos desígnios de Deus. Essa fé não se limita à esfera religiosa, não se identifica com estudos teológicos e eclesiásticos e não se deixa restringir a nenhuma igreja ou seita. Ninguém possui o monopólio dessa fé, uma vez que ninguém pode viver sem ela.

O auxílio invisível chega a todos nós com a mesma sutileza com que os raios do sol fazem aparecer o dia. Justos e injustos recebem invariavelmente o suprimento divino, e ele desce imperceptível sobre as criações e as criaturas como um orvalho fecundo e fundamental à nossa vida de Espíritos imortais.

Hammed por Francisco do Espírito Santo Neto do livro:
Um Modo de Entender - Uma Nova Forma de Viver

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